Segunda-feira, Novembro 09, 2009
Sábado, Novembro 07, 2009
Quinta-feira, Novembro 05, 2009
Caixa preta nos carros
Caixa preta nos carros strong>
A caixa-preta nos aviões Permite aos investigadores determinarem o que poderia ter ocorrido de errado que POSSA ter causado o acidente.As caixas pretas nos carros pueden funcionar da mesma maneira.
Nos Estados Unidos, há aproximadamente 190 milhões de condutores. Se usar um carro fabricado pela GM ou Saturno pode estar a usar um carro com caixa negra (EDR) e nem sequer saber disso.
Os sensores da caixa EDR registam 20 tipos diferentes de dados, nomeadamente:
- A velocidade do veículo (cinco segundos antes do impacto)
- Velocidade do motor (cinco segundos antes do impacto)
Dos - Estado Travões (cinco segundos antes do impacto)
- Posição do acelerador (cinco segundos antes do impacto)
- Estado do cinto de segurança do condutor (On / Of)
- Tempo de colisão do veículo
- Airbag do pasageiro (On/Of)
- Tempo de colisão do veículo a tempo de Velocidade Máxima
- Ciclo de tempo que durou o evento (se dentro de cinco segundos)
- E outros ...
Utilizando estes dados, os agentes de seguros e policiais pueden reconstruir os acontecimentos que levaram um acidente um, podendo assim o rigor com um Determinar quem Atribuir uma responsabilidade do ocorrido.
Uma versão mais avançada do EDR está aa ser testada pela Ford em carros da polícia.Este modelo ainda envia dados para as Patrulhas em caso de acidente e ainda é Possível ESTABELECER OS contacto com ocupantes do veículo sinistrado para saber a localização exacta do veículo, número de ocupantes ea sua situação após o acidente.
Contudo há questões de privacidade Proteger um, pois o dispositivo pode ainda Efectuar Acções de monitorização e, neste caso, o condutor perderia o Controlo das Informações sobre o veículo.
Apesar das insistirem auto Companhias que uma privacidade será protegida, não existem ainda normas em vigor.
Assim, desde 1996 que as caixas pretas vêm sendo montadas em alguns modelos de carros americanos e possivelmente poucos serão os condutores disso conhecimento que tem.
Aqui, mais uma vez podemos estar na área do "Big brother", situação que DEVE ser cuidadosamente ponderada.
FONTES: Senior Magazine Online
National Highway Traffic Safety Administration,
e http://www-nrd.nhtsa.dot.gov/pdf/nrd-01/esv/esv19/05-0445-O.pdf em>
A caixa-preta nos aviões Permite aos investigadores determinarem o que poderia ter ocorrido de errado que POSSA ter causado o acidente.As caixas pretas nos carros pueden funcionar da mesma maneira.
Nos Estados Unidos, há aproximadamente 190 milhões de condutores. Se usar um carro fabricado pela GM ou Saturno pode estar a usar um carro com caixa negra (EDR) e nem sequer saber disso.
Os sensores da caixa EDR registam 20 tipos diferentes de dados, nomeadamente:
- A velocidade do veículo (cinco segundos antes do impacto)
- Velocidade do motor (cinco segundos antes do impacto)
Dos - Estado Travões (cinco segundos antes do impacto)
- Posição do acelerador (cinco segundos antes do impacto)
- Estado do cinto de segurança do condutor (On / Of)
- Tempo de colisão do veículo
- Airbag do pasageiro (On/Of)
- Tempo de colisão do veículo a tempo de Velocidade Máxima
- Ciclo de tempo que durou o evento (se dentro de cinco segundos)
- E outros ...
Utilizando estes dados, os agentes de seguros e policiais pueden reconstruir os acontecimentos que levaram um acidente um, podendo assim o rigor com um Determinar quem Atribuir uma responsabilidade do ocorrido.
Uma versão mais avançada do EDR está aa ser testada pela Ford em carros da polícia.Este modelo ainda envia dados para as Patrulhas em caso de acidente e ainda é Possível ESTABELECER OS contacto com ocupantes do veículo sinistrado para saber a localização exacta do veículo, número de ocupantes ea sua situação após o acidente.
Contudo há questões de privacidade Proteger um, pois o dispositivo pode ainda Efectuar Acções de monitorização e, neste caso, o condutor perderia o Controlo das Informações sobre o veículo.
Apesar das insistirem auto Companhias que uma privacidade será protegida, não existem ainda normas em vigor.
Assim, desde 1996 que as caixas pretas vêm sendo montadas em alguns modelos de carros americanos e possivelmente poucos serão os condutores disso conhecimento que tem.
Aqui, mais uma vez podemos estar na área do "Big brother", situação que DEVE ser cuidadosamente ponderada.
FONTES: Senior Magazine Online
National Highway Traffic Safety Administration,
e http://www-nrd.nhtsa.dot.gov/pdf/nrd-01/esv/esv19/05-0445-O.pdf em>
Terça-feira, Novembro 03, 2009
Tratado de LISBOA
Presidente checo assinou Tratado de Lisboa, último passo para a ratificação pelos 27
O Presidente checo, Vaclav Klaus, anunciou em conferência de imprensa, em Praga, ter assinado, às 15h00 locais (menos uma hora em Lisboa), o Tratado de Lisboa. Foi o último dirigente europeu a ratificar o documento. "Assinei o Tratado de Lisboa hoje às 15h00", anunciou. "Aguardava pela decisão do Tribunal Constitucional e respeito-a, apesar de discordar profundamente", declarou o eurocéptico chefe de Estado checo.
"Com a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, a República Checa deixa de ser um Estado soberano", insistiu.
Vaclav Klaus era o único dos 27 dirigentes europeus que não tinha ainda assinado o tratado, documento que visa a melhoria do funcionamento das instituições europeias.
Depois de ter visto aprovada em Bruxelas a excepção que reclamou para o seu país, Klaus tinha-se comprometido a assinar o Tratado assim que o Tribunal Constitucional decidisse.
O Tribunal checo considerou hoje que o Tratado de Lisboa está em conformidade com a lei fundamental do país e afastou assim o último obstáculo legal à assinatura do documento pelo Presidente checo, o passo que faltava para a conclusão do processo de ratificação do Tratado pelos 27 Estados-membros.
FONTE: SAPO-Online
O Presidente checo, Vaclav Klaus, anunciou em conferência de imprensa, em Praga, ter assinado, às 15h00 locais (menos uma hora em Lisboa), o Tratado de Lisboa. Foi o último dirigente europeu a ratificar o documento. "Assinei o Tratado de Lisboa hoje às 15h00", anunciou. "Aguardava pela decisão do Tribunal Constitucional e respeito-a, apesar de discordar profundamente", declarou o eurocéptico chefe de Estado checo.
"Com a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, a República Checa deixa de ser um Estado soberano", insistiu.
Vaclav Klaus era o único dos 27 dirigentes europeus que não tinha ainda assinado o tratado, documento que visa a melhoria do funcionamento das instituições europeias.
Depois de ter visto aprovada em Bruxelas a excepção que reclamou para o seu país, Klaus tinha-se comprometido a assinar o Tratado assim que o Tribunal Constitucional decidisse.
O Tribunal checo considerou hoje que o Tratado de Lisboa está em conformidade com a lei fundamental do país e afastou assim o último obstáculo legal à assinatura do documento pelo Presidente checo, o passo que faltava para a conclusão do processo de ratificação do Tratado pelos 27 Estados-membros.
FONTE: SAPO-Online
Quinta-feira, Outubro 29, 2009
Tratado de LISBOA
UE aceitou condições da República Checa para ratificar Tratado de Lisboa
Está finalmente livre o caminho para o Tratado de Lisboa que vai permitir reformar a União Europeia (UE). Os líderes dos 27 reunidos em Bruxelas aceitaram a condição colocada pelo presidente checo para ratificar o tratado, confirmou José Sócrates no final do primeiro dia da cimeira da UE.
A correspondente da TSF em Bruxelas, Célia Marques Azevedo, falou com o primeiro-ministro português, José Sócrates, à saída da cimeira da UE
A União Europeia (UE) aceitou, esta quinta-feira, as exigências feitas pela República Checa para ratificar o Tratado de Lisboa.
A decisão foi tomada esta noite, no início da cimeira da UE, que termina esta sexta-feira, e levanta um sério obstáculo à ratificação do tratado por Vaclav Klaus, o Presidente da República Checa, o único país dos 27 que ainda não ratificou o documento.
À saída da cimeira, esta quinta-feira, José Sócrates confirmou este acordo e avançou com a data da chegada do Tratado de Lisboa.
«Acabamos de aprovar uma proposta da presidência no sentido de anexar ao futuro tratado um protocolo que responde aquilo que eram as posições checas. E isso vai permitir que o Tratado de Lisboa entre em vigor a 1 de Janeiro de 2010», avançou o primeiro-ministro português.
O Presidente Vaclav Klaus exigiu que a Carta dos Direitos Fundamentais, um documento anexo ao Tratado de Lisboa, não seja aplicada à República Checa, alegando que isso permitiria aos alemães expulsos da região dos Sudetas após a II Guerra Mundial exigirem indemnizações.
FONTE: TSF Rádio Notícias
Está finalmente livre o caminho para o Tratado de Lisboa que vai permitir reformar a União Europeia (UE). Os líderes dos 27 reunidos em Bruxelas aceitaram a condição colocada pelo presidente checo para ratificar o tratado, confirmou José Sócrates no final do primeiro dia da cimeira da UE.
A correspondente da TSF em Bruxelas, Célia Marques Azevedo, falou com o primeiro-ministro português, José Sócrates, à saída da cimeira da UE
A União Europeia (UE) aceitou, esta quinta-feira, as exigências feitas pela República Checa para ratificar o Tratado de Lisboa.
A decisão foi tomada esta noite, no início da cimeira da UE, que termina esta sexta-feira, e levanta um sério obstáculo à ratificação do tratado por Vaclav Klaus, o Presidente da República Checa, o único país dos 27 que ainda não ratificou o documento.
À saída da cimeira, esta quinta-feira, José Sócrates confirmou este acordo e avançou com a data da chegada do Tratado de Lisboa.
«Acabamos de aprovar uma proposta da presidência no sentido de anexar ao futuro tratado um protocolo que responde aquilo que eram as posições checas. E isso vai permitir que o Tratado de Lisboa entre em vigor a 1 de Janeiro de 2010», avançou o primeiro-ministro português.
O Presidente Vaclav Klaus exigiu que a Carta dos Direitos Fundamentais, um documento anexo ao Tratado de Lisboa, não seja aplicada à República Checa, alegando que isso permitiria aos alemães expulsos da região dos Sudetas após a II Guerra Mundial exigirem indemnizações.
FONTE: TSF Rádio Notícias
Quarta-feira, Outubro 28, 2009
Segunda idade avançada
Este é o meu 1.600 post neste blogue. É sempre difícil manter uma certa continuidade, mas há felizmente uma grande disponibilidade de notícias que nos fazem refletir e sobre elas deixar aqui alguns apontamentos.
A última que vejo, no Público, de Ana Gerschenfeld, com o título "Terceira idade revista e corrigida", dá que pensar e no bom sentido.
Relata o que ocorre em Cúmbria, no noroeste de Inglaterra, em que o antigo sinal de trânsito, chamando a atenção para a presença de idosos caminhando à beira da estrada, mostrando um casal de velhotes ambos curvados, com o peso dos seus anos, agarrados aos seus cajados, agora o mesmo sinal mudou de aspecto; o casal, embora de idade, apresenta-os todos desempenados, como que acabados de sair do ginásio e o velhote todo animado tem o cajado levantado para o horizonte, como que saltando um grito de alegria e esperança apontando ainda para o que ainda tem a descobrir.
É sem dúvida um belo quadro sinalético e oxalá que os velhos ao olhá-lo possam encontrar novas forças que possam endireitar os seus corpos, tantas vezes doridos.
Nota-se já por aí que há quem defenda uma nova classificação etária, acrescentando às três já classificadas, mais uma e chamando-lhe a "quarta idade". Achamos no entanto que o número três nas nossas vidas tem um significado mais mágico e simbólico do que qualquer outro e, por isso, em vez da quarta idade, somos apologistas de que deveria chamar à actual "terceira idade", a "segunda avançada", e continuando a manter a terceira, embora também avançada na escala dos anos.
A última que vejo, no Público, de Ana Gerschenfeld, com o título "Terceira idade revista e corrigida", dá que pensar e no bom sentido.
Relata o que ocorre em Cúmbria, no noroeste de Inglaterra, em que o antigo sinal de trânsito, chamando a atenção para a presença de idosos caminhando à beira da estrada, mostrando um casal de velhotes ambos curvados, com o peso dos seus anos, agarrados aos seus cajados, agora o mesmo sinal mudou de aspecto; o casal, embora de idade, apresenta-os todos desempenados, como que acabados de sair do ginásio e o velhote todo animado tem o cajado levantado para o horizonte, como que saltando um grito de alegria e esperança apontando ainda para o que ainda tem a descobrir.
É sem dúvida um belo quadro sinalético e oxalá que os velhos ao olhá-lo possam encontrar novas forças que possam endireitar os seus corpos, tantas vezes doridos.
Nota-se já por aí que há quem defenda uma nova classificação etária, acrescentando às três já classificadas, mais uma e chamando-lhe a "quarta idade". Achamos no entanto que o número três nas nossas vidas tem um significado mais mágico e simbólico do que qualquer outro e, por isso, em vez da quarta idade, somos apologistas de que deveria chamar à actual "terceira idade", a "segunda avançada", e continuando a manter a terceira, embora também avançada na escala dos anos.
Sexta-feira, Outubro 23, 2009
XVIII GOVERNO DE PORTUGAL
Composição do XVIII Governo de Portugal
Primeiro Ministro: José Sócrates
Ministro da Presidência: Pedro da Silva Pereira
Ministro dos Assuntos Parlamentares (muda de pasta): Jorge Lacão
Ministro dos Negócios Estrangeiros: Luís Amado
Ministro do Estado e das Finanças: Teixeira dos Santos
Ministro da Defesa Nacional (muda de pasta): Augusto Santos Silva
Ministro da Administração Interna: Rui Pereira
Ministro da Justiça (novo): Alberto Martins
Ministro da Economia, Inovação e Desenvolvimento (muda de pasta): José Vieira da Silva
Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e Pescas (novo): António Manuel Serrano
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (novo): António Augusto Mendonça
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Mariano Gago
Ministro do Ambiente e Ordenamento do Território (novo): Dulce Fidalgo Pássaro
Ministro do Trabalho e Solidariedade Social (novo): Maria Helena Santos André
Ministro da Educação (novo): Isabel Alçada
Primeiro Ministro: José Sócrates
Ministro da Presidência: Pedro da Silva Pereira
Ministro dos Assuntos Parlamentares (muda de pasta): Jorge Lacão
Ministro dos Negócios Estrangeiros: Luís Amado
Ministro do Estado e das Finanças: Teixeira dos Santos
Ministro da Defesa Nacional (muda de pasta): Augusto Santos Silva
Ministro da Administração Interna: Rui Pereira
Ministro da Justiça (novo): Alberto Martins
Ministro da Economia, Inovação e Desenvolvimento (muda de pasta): José Vieira da Silva
Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e Pescas (novo): António Manuel Serrano
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (novo): António Augusto Mendonça
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Mariano Gago
Ministro do Ambiente e Ordenamento do Território (novo): Dulce Fidalgo Pássaro
Ministro do Trabalho e Solidariedade Social (novo): Maria Helena Santos André
Ministro da Educação (novo): Isabel Alçada
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