"Os dias que correm não exigem apenas maior responsabilidade dos agentes políticos, interpelam também as escolhas dos cidadãos." - Augusto Santos Silva, in Público
"O que desmobiliza o eleitorado e faz subir em flecha a abstenção não é o realismo ou a moderação dos programas, mas o mimetismo recíproco dos protagonistas, dos discursos e das atitudes." - Idem, Ibdem
"Para ganhar a parada [José Sócrates], tem de dizer claramente ao País que só governa sozinho, que não vai negociar com ninguém, que é assim ou não é nada, e os portugueses que escolham." - Editorial de 'Sábado', nº 33
"O PSD já teve e pediu maiorias absolutas, lembram-se? Agora mendiga uma aliança com o PP" - José Pacheco Pereira, Professor, in 'Sábado?
"O modo como toda a questão da coligaçãocom o PP foi tratado é exemplar desse vazio político e deu ao país uma imagem de confusão e de mero apetite pelo poder." - Idem, Ibidem
"O actual desespero do país não deriva da estagnação económica (tivemos pior), nem da crise política (tivemos pior). O que nos rói é o 'atraso' - Vasco Pulido Valente, in 'Público'
Sumário de notícias apanhadas nos meios de comunicação social e outros, e também algumas críticas pertinentes.
domingo, dezembro 19, 2004
sábado, dezembro 18, 2004
Férias no Espaço
Vinho do Porto
O que se disse...
"Uma criança precisa de construir um castelo de areia, mesmo que ele não faça qualquer sentido. Na velhice, com alguns grãos de areia, temos as maiores possibilidadesw." - Samuel Beckett, dramaturgo (1906-1989)
"Eu não aceito nem nego nenhum dogma. Concedo a toda a gente completa liberdade de fé. Ma quando a Igreja - qualquer Igreja - se excede e deita abaixo as leis que não lhe dizem respeito, protesto e oponho-me..." - Idem
"Todos nascemos loucos. Alguns de nós continuam a sê-lo." - Idem
(Retirados do texto de Fernanda Pratas, in Público, com o título Samuel Beckett - O Dramaturgo do Absurdo)
"O governo PS tentou controlar e controlou a comunicação social pública. O que o ex-governo de Santana Lopes fez foi bastante além disso." - Vasco Pulido Valente, in 'O Independente'
"Toda a carreira política do dr. Santana Lopes mostra que é um demagogo." - Idem, Ibidem
""Santana Lopes é uma 'ausência errante' neste destempero a que chegámos." - Rogério Rodrigues, in 'A Capital'
"Como a liderança é errática até dizer basta, o partidotornou-se errático e funciona aos surtos contraditórios." - José Pacheco Pereira, in 'Sábado'
"O PSD já teve e oediu maiorias absolutas, lembram-se? Agora o PSD mendiga uma aliança com o PP.", Idem, Ibidem
"É raro o caso na vida política portuguesa de uma ambição de poder tão pura, nua, cruel, amoral e crónica como a de Paulo Portas." - Idem, Ibidem
"Ao Sr. Rui Rio, enfrentarei eu no próximo acto eleitoral para a autarquia do Porto." - Pinto da Costa, in 'Jornal de Notícias
"A política é uma actividade má que atrai pessoas más. Malformadas, desonestas, corruptas." - Vasco Pulido Valente, in 'O Independente'
(Nota do bloguista: Cremos que é uma opinião bastante radical, e que a política também atrai pessoas com outras características e qualidades; na política como em qualquer outra actividade haverá de tudo um pouco, até pessoas muito competentes.)
"Convém não apascentar ilusões: de Fevereiro em diante, sairá das urnas mais do mesmo. Mais governos, mais balbúrdia, mais vazio, mais indignação." - Alberto Gonçalves, in 'Sábado'
"A forma mais fácil de chegar à estabilidade política de que precisamos neste momento é uma maioria do PS e uma presidência do prof. Cavaco. Não é que eu morra de amores pelo eng. Sócrates, mas acaba por ser o menor de dois males." - Vasco Pulido Valente, in 'O Independente'
"Eu não aceito nem nego nenhum dogma. Concedo a toda a gente completa liberdade de fé. Ma quando a Igreja - qualquer Igreja - se excede e deita abaixo as leis que não lhe dizem respeito, protesto e oponho-me..." - Idem
"Todos nascemos loucos. Alguns de nós continuam a sê-lo." - Idem
(Retirados do texto de Fernanda Pratas, in Público, com o título Samuel Beckett - O Dramaturgo do Absurdo)
"O governo PS tentou controlar e controlou a comunicação social pública. O que o ex-governo de Santana Lopes fez foi bastante além disso." - Vasco Pulido Valente, in 'O Independente'
"Toda a carreira política do dr. Santana Lopes mostra que é um demagogo." - Idem, Ibidem
""Santana Lopes é uma 'ausência errante' neste destempero a que chegámos." - Rogério Rodrigues, in 'A Capital'
"Como a liderança é errática até dizer basta, o partidotornou-se errático e funciona aos surtos contraditórios." - José Pacheco Pereira, in 'Sábado'
"O PSD já teve e oediu maiorias absolutas, lembram-se? Agora o PSD mendiga uma aliança com o PP.", Idem, Ibidem
"É raro o caso na vida política portuguesa de uma ambição de poder tão pura, nua, cruel, amoral e crónica como a de Paulo Portas." - Idem, Ibidem
"Ao Sr. Rui Rio, enfrentarei eu no próximo acto eleitoral para a autarquia do Porto." - Pinto da Costa, in 'Jornal de Notícias
"A política é uma actividade má que atrai pessoas más. Malformadas, desonestas, corruptas." - Vasco Pulido Valente, in 'O Independente'
"Convém não apascentar ilusões: de Fevereiro em diante, sairá das urnas mais do mesmo. Mais governos, mais balbúrdia, mais vazio, mais indignação." - Alberto Gonçalves, in 'Sábado'
"A forma mais fácil de chegar à estabilidade política de que precisamos neste momento é uma maioria do PS e uma presidência do prof. Cavaco. Não é que eu morra de amores pelo eng. Sócrates, mas acaba por ser o menor de dois males." - Vasco Pulido Valente, in 'O Independente'
sexta-feira, dezembro 17, 2004
Politicubos
Foi dito
"If you can't be a good example, then you'll just have to be a horrible warning." - Catherine Aird
"O poder económico hoje condiciona mais do que no tempo em que o professor Oliveira Salazar era criticado por estar nas mãos do grupo Mello, do grupo Champallimaud" - Rui Rio, Vice-Presidente do PSD, in 'Diário de Notícias'
"Já tenho visto muitos tipos de divórcio na vida. O que eu nunca tinha visto era um casal divorciar-se e prometer casar-se daí a pouco." - Miguel Sousa Tavares, in TVI
"Se depois de tudo isto o eng. Sócrates não conquistar a maioria absoluta, isso quer dizer que a alternativa não é um assunto entre competência e incompetência mas uma questão de moeda ao ar." - João Paulo Guerra, in 'Diário Económico'
"Em poucos dias, não houve coligação, houve coligação, deixou de haver e voltou a haver. E, no fim, nem uma coisa nem outra." - José Carlos Vasconcelos, in Vião
"Assim vai a pátria, numa apagada e vil tristeza, como não se via talvez desde antes do 25 de Abril." - Idem, Ibdem
"Portugal é o pais do mundo onde psicólogs, psiquiatras, pedopsiquiatras e sexólogos mais falam na rádio, na televisão e escrevem nos jornais, mas ignoro se tal melhora ou prejudica, a saúde mental colectiva." - Joaquim Letria, in '24 horas'
"Pelo ruidoso debate nacional não passa nenhum grande tema estratégico. A sensação que dá é que estamos cada vez mais à margem. E o pior é que nem damos por isso." - Luís Bessa, in 'Jornal de Notícias'
"Só o poder junta PSD e PP. De resto tudo os divide." - Fernando Sobral, in Jornal de Negócios
"O poder económico hoje condiciona mais do que no tempo em que o professor Oliveira Salazar era criticado por estar nas mãos do grupo Mello, do grupo Champallimaud" - Rui Rio, Vice-Presidente do PSD, in 'Diário de Notícias'
"Já tenho visto muitos tipos de divórcio na vida. O que eu nunca tinha visto era um casal divorciar-se e prometer casar-se daí a pouco." - Miguel Sousa Tavares, in TVI
"Se depois de tudo isto o eng. Sócrates não conquistar a maioria absoluta, isso quer dizer que a alternativa não é um assunto entre competência e incompetência mas uma questão de moeda ao ar." - João Paulo Guerra, in 'Diário Económico'
"Em poucos dias, não houve coligação, houve coligação, deixou de haver e voltou a haver. E, no fim, nem uma coisa nem outra." - José Carlos Vasconcelos, in Vião
"Assim vai a pátria, numa apagada e vil tristeza, como não se via talvez desde antes do 25 de Abril." - Idem, Ibdem
"Portugal é o pais do mundo onde psicólogs, psiquiatras, pedopsiquiatras e sexólogos mais falam na rádio, na televisão e escrevem nos jornais, mas ignoro se tal melhora ou prejudica, a saúde mental colectiva." - Joaquim Letria, in '24 horas'
"Pelo ruidoso debate nacional não passa nenhum grande tema estratégico. A sensação que dá é que estamos cada vez mais à margem. E o pior é que nem damos por isso." - Luís Bessa, in 'Jornal de Notícias'
"Só o poder junta PSD e PP. De resto tudo os divide." - Fernando Sobral, in Jornal de Negócios
quinta-feira, dezembro 16, 2004
Foi dito
"Os Estados Unidos cometeram erros graves no Iraque e vão pagar caro" - Marina Ottway, analista do Carnegie Endowment for International Peace, in Público
"Anunciar simultaneamente a morte e a ressureição, e nos precisos moldes em que Pedfro e Paulo o fizeram, redunda num contra-senso teológico" - Luís Costa, in 'Diário de Notícias'
"Se este Governo desaparecer, vou ter pena, porque era uma fonte de inspiração tremenda." - Augusto Cid, Cartonista, in Focus
"As peripécias das últimas semanas vieram demonstrar que Portugal tem excesso de frenesim político, onde lhe falta saber e capacidade de resolução dos problemas concretos." - Leonel Moura, in 'Jornal de Negócios
"Se o Governo não poucas vezes se mostrou errático, o Presidente da República não se comportou de modo muito diferente." - Vasco Graça Moura, Euro-Deputado, in 'Diário de Notícias'
"Santana Lopes é o maior catavento que existe na política portuguesa." - Miguel Sousa Tavares, Comentador, in TVI
"Se não existissem o Dr. Santana Lopes e o Dr. Paulo Portas, eles tinham mesmo que ser inventados." - Francisco Louçã, in TST
"A direita junta-se prometendo juntar-se e separa-se para tentar enganar quem não percebe que estão juntos." - Idem, Ibidem
"Ter um filho doutor ou ser sr. doutor converteu-se na ambição suprema de milhares de pais e alunos. O grau académico é visto em primeiro lugar como uma promoção social." - Fátima Bonifácio, in 'Diário de Notícias
"Anunciar simultaneamente a morte e a ressureição, e nos precisos moldes em que Pedfro e Paulo o fizeram, redunda num contra-senso teológico" - Luís Costa, in 'Diário de Notícias'
"Se este Governo desaparecer, vou ter pena, porque era uma fonte de inspiração tremenda." - Augusto Cid, Cartonista, in Focus
"As peripécias das últimas semanas vieram demonstrar que Portugal tem excesso de frenesim político, onde lhe falta saber e capacidade de resolução dos problemas concretos." - Leonel Moura, in 'Jornal de Negócios
"Se o Governo não poucas vezes se mostrou errático, o Presidente da República não se comportou de modo muito diferente." - Vasco Graça Moura, Euro-Deputado, in 'Diário de Notícias'
"Santana Lopes é o maior catavento que existe na política portuguesa." - Miguel Sousa Tavares, Comentador, in TVI
"Se não existissem o Dr. Santana Lopes e o Dr. Paulo Portas, eles tinham mesmo que ser inventados." - Francisco Louçã, in TST
"A direita junta-se prometendo juntar-se e separa-se para tentar enganar quem não percebe que estão juntos." - Idem, Ibidem
"Ter um filho doutor ou ser sr. doutor converteu-se na ambição suprema de milhares de pais e alunos. O grau académico é visto em primeiro lugar como uma promoção social." - Fátima Bonifácio, in 'Diário de Notícias
quarta-feira, dezembro 15, 2004
Foi dito
"O 'Paulinho das Feiras' está de volta para recuperar, entre outras, as causas da lavoura, dos espoliados do Ultramar e dos reformados." - Miguel Coutinho, in 'Diário de Notícias'
"Os 'interesses' de quem o doutor Portas agora se queixa são os mesmos que, na última campanha eleitoral, ajudaram o seu partido a pagar as contas." - Sérgio Figueiredo, in 'Jornal de Negócios'
" Na democracia portuguesa já cairam governos pelas mais variadas razões institucionais e políticas. O Governo presidido por Santana Lopes foi o primeiro que caiu por incompetência." - João Paulo Guerra, in Diário Económico
"Na sua imperfeição, a democracia permite que seja a maioria a escolher entre o bom e o óptimo. Mas quando a escolha é entre o muito mau e o péssimo, transforma-se numa ditadura que bem pode deixar saudades de uma semana de fascismo." - Joaquim Letria, in '24 horas'
"Se o PS ganhasse regressaria o despesismo." - Tavares Moreira, in 'O Diabo'
"Os 'interesses' de quem o doutor Portas agora se queixa são os mesmos que, na última campanha eleitoral, ajudaram o seu partido a pagar as contas." - Sérgio Figueiredo, in 'Jornal de Negócios'
" Na democracia portuguesa já cairam governos pelas mais variadas razões institucionais e políticas. O Governo presidido por Santana Lopes foi o primeiro que caiu por incompetência." - João Paulo Guerra, in Diário Económico
"Na sua imperfeição, a democracia permite que seja a maioria a escolher entre o bom e o óptimo. Mas quando a escolha é entre o muito mau e o péssimo, transforma-se numa ditadura que bem pode deixar saudades de uma semana de fascismo." - Joaquim Letria, in '24 horas'
"Se o PS ganhasse regressaria o despesismo." - Tavares Moreira, in 'O Diabo'
Etimologia
A origem e o sentido das palavras
Nos últimos tempos todos os leitores assíduos de jornais e os que ouviram outros orgãos de comunicação foram bombardeados com um grande número de palavras ou grupos de palavras que no passado recente não seriam tão frequentes.
Resolvemos tomar nota de algumas dessas palavras, colocando-as em grupos por ordem alfabética, mas sem qualquer ordem dentro dos grupos, para não complicar o exercício, e ficámos com a ideia que cada palavra fará lembrar muitas vezes o contexto em que elas foram ditas ou escritas.
A - abandonar, arbitrariedade, alternativa credível, arrogância
B - birra, bipolarização, bebé prematuro, brutalidade
C - corrupção, central de informação, censura, comissário político, contraditório, credibilidade, caudilho, consulado, choldra, coligação
D - demissionário, discricionário, dissolução, ditadura, degradação, democracia imatura, democracia madura, despesismo
E - errático
F - fuga
I - incubadora, insulto político
L - legitimade política
M - matemática
P - produtividade, provocação, pântano político, pródigos insultos, português, pedófilia, programas distintos, promiscuidade
R - responsabilidade institucional, regime de prova, regime de tutela, rudeza
S - sobranceria, sigilo bancário, solipsismo
T- trapalhadas
U - união de facto
Nos últimos tempos todos os leitores assíduos de jornais e os que ouviram outros orgãos de comunicação foram bombardeados com um grande número de palavras ou grupos de palavras que no passado recente não seriam tão frequentes.
Resolvemos tomar nota de algumas dessas palavras, colocando-as em grupos por ordem alfabética, mas sem qualquer ordem dentro dos grupos, para não complicar o exercício, e ficámos com a ideia que cada palavra fará lembrar muitas vezes o contexto em que elas foram ditas ou escritas.
A - abandonar, arbitrariedade, alternativa credível, arrogância
B - birra, bipolarização, bebé prematuro, brutalidade
C - corrupção, central de informação, censura, comissário político, contraditório, credibilidade, caudilho, consulado, choldra, coligação
D - demissionário, discricionário, dissolução, ditadura, degradação, democracia imatura, democracia madura, despesismo
E - errático
F - fuga
I - incubadora, insulto político
L - legitimade política
M - matemática
P - produtividade, provocação, pântano político, pródigos insultos, português, pedófilia, programas distintos, promiscuidade
R - responsabilidade institucional, regime de prova, regime de tutela, rudeza
S - sobranceria, sigilo bancário, solipsismo
T- trapalhadas
U - união de facto
Ponte mais alta do mundo

A ponte mais alta do mundo foi ontem inaugurada no Sul de França, e faz a ligação entre o maciço central e a fronteira espanhola.
A obra em números, segundo o 'Diário de Notícias´ de hoje:
- Altura do tabuleiro 270 metros
- Altura do pilar mais alto 343 metros
- Peso total da obra 290.000 toneladas
- Comprimento 2460 metros
- Custo total 394 milhões de euros
- Tráfego esperado 28 mil veículos por dia no Verão, 10 mil no Inverno
terça-feira, dezembro 14, 2004
Foi dito
"Mesmo que decidem concorrer com listas próprias, na prática vão juntos, porque o que está em causa nas próximas eleições é o julgamento dos dois partidos no Governo" - Engº José Sócrates
"Em condições normais, o nosso sistema está desenhado para gerar governos de coligação ou, em alternativa, governos minoritários." - José Manuel Fernandes, in Público
"Em termos técnicos, a tentação de Santana Lopes de abandonar o Governo dá pela designação de 'birra'" - José Vitor Malheiros, Idem
"Estes dias de coligação-ou-talvez-não dizem bem do estado a que chegou a direita portuguesa." - Jacinto Lucas Pires, in 'A Capital'Idem
"O que assusta nesta sucessão de sins, nãos e 'nins' é a evidência de que o único cimento que une os actuais parceiros de coligação é a perspectiva do poder." - Luísa Bessa, in 'Jornal de Notícias'
"Desde Guterres, opaís aproximou-se decisivamente do Portugal de Eça" - Vasco Graça Moura, in 'Diário de Notícias'
"Cavaco tem razão: temos pessoas em determinados cargos sem a competência necessária para os exercer. Temos uma classe política muito fraquinha." - Pedro Ferraz da Costa, Idem
"Fez-me pena [ver o primeiro-ministro anunciar o fim da austeridade]. Tenho pena que o meu país seja governado desta forma." - Idem
"Provavelmente desde o seu discurso de Outubro, ou desde o escabroso caso Marcelo, o Presidente da República só estava à espera de uma boa ocasião para tomar a decisão que agora concretizou." - Vital Moreira, in Público
"Alberto João Jardim é um modelo de democracia. Quem quizer aprender que vá para a Madeira. As lições são gratuitas." - Eduardo Prado Coelho, Idem
"Em condições normais, o nosso sistema está desenhado para gerar governos de coligação ou, em alternativa, governos minoritários." - José Manuel Fernandes, in Público
"Em termos técnicos, a tentação de Santana Lopes de abandonar o Governo dá pela designação de 'birra'" - José Vitor Malheiros, Idem
"Estes dias de coligação-ou-talvez-não dizem bem do estado a que chegou a direita portuguesa." - Jacinto Lucas Pires, in 'A Capital'Idem
"O que assusta nesta sucessão de sins, nãos e 'nins' é a evidência de que o único cimento que une os actuais parceiros de coligação é a perspectiva do poder." - Luísa Bessa, in 'Jornal de Notícias'
"Desde Guterres, opaís aproximou-se decisivamente do Portugal de Eça" - Vasco Graça Moura, in 'Diário de Notícias'
"Cavaco tem razão: temos pessoas em determinados cargos sem a competência necessária para os exercer. Temos uma classe política muito fraquinha." - Pedro Ferraz da Costa, Idem
"Fez-me pena [ver o primeiro-ministro anunciar o fim da austeridade]. Tenho pena que o meu país seja governado desta forma." - Idem
"Provavelmente desde o seu discurso de Outubro, ou desde o escabroso caso Marcelo, o Presidente da República só estava à espera de uma boa ocasião para tomar a decisão que agora concretizou." - Vital Moreira, in Público
"Alberto João Jardim é um modelo de democracia. Quem quizer aprender que vá para a Madeira. As lições são gratuitas." - Eduardo Prado Coelho, Idem
segunda-feira, dezembro 13, 2004
Foi dito
"Nenhum Governo com um mínimo de respeito por si mesmo aceitaria permanecer em funções depois de ter sido efectivamente despedido." - Vicente Jorge Silva, in Diário de Notícias
"O Presidente da Repúblia, neste caso, foi o adversário do Dr. Santa Lopes." - Miguel Veiga, in TSF
"Não há nenhuma razão para que o PSD transforme Jorge Sampaio em alvo preferencial." - Dias Loureiro, in Diário de Notícias
"Pobre país o nosso, dependente de um portador do caos." - José Pacheco Pereira, in Abrupto.blogspot.com
"Só faltou a Paulo Portas dizer qu este era o Governo dos pobres e excluídos e dos desempregados que entretanto foi gerando." - Rogério Rodrigues, in 'A Capital'
"Os sinais são preocupantes. A retoma parou, as exportações estão a cair, as importações estão a subir." - Dias Loureiro, in Diário de Notícias
"Um país muito rico mas onde a riqueza está só na mão de dez pessoas e onde o povo morre à fome não é desenvolvido." - Idem , Ibidem
"É fundamental que haja gente responsável, com sentido de cidadania e de futuro - contra a mediocridade, a pereferia e a irrelevância." - Guilherme de Oliveira Martins, Diário de Notícias
"Quando ouvimos na rádio que este extraordinário Governo de Santana Lopes acaba de pedir a demissão, o primeiro sentimento que temos é o da náusea." - Eduardo Prado Coelho, Professor Universitário
"Mas ainda não encontrei um só [Membro do PSD] que tivesse uma palavra em defsa de Santana Lopes. Pelo contrário, acham que chegar-se ao ponto de ter Santana Lopes como secretário-geral do PSD e como Primeiro-Ministro deste país é sinal de que chegámos à miséria mais abjecta." - Idem, Ibidem
"A nossa primeira grande batalha é de colocar os portugueses perante a possibilidade real de derrotar a direita e conquistar uma verdadeira alternativa de esquerda." - José Sócrates, secretário-geral do PS
domingo, dezembro 12, 2004
Blogosfera
Há dias atrás falámos das preocupações que se levantam quanto aos motivos que estão na origem da construção de blogues e saber se estes também têm algum significado para o Jornalismo.
Encontrámos agora um artigo publicado no Washington Post que titula qualquer coisa como "Em 'sites' locais todos podemos ser jornalistas", e esses sites podem funcionar como divulgadores de informações em comunidades, e o mesmo podemos, certamente, atribuir aos blogues.
O artigo em duas páginas pode ser consultado no Washington Post
Pode ser mais uma contribuição para o tema e certamente outras mais existirão.
Encontrámos agora um artigo publicado no Washington Post que titula qualquer coisa como "Em 'sites' locais todos podemos ser jornalistas", e esses sites podem funcionar como divulgadores de informações em comunidades, e o mesmo podemos, certamente, atribuir aos blogues.
O artigo em duas páginas pode ser consultado no Washington Post
Pode ser mais uma contribuição para o tema e certamente outras mais existirão.
O que foi dito
"O arzinho de herdeiro (e de herdeiro legítimo) que Sócrates tomou não se justifica. Se herdar, herda por exclusão de partes"- Vasco Pulido Valente, Colunista, in Público
"O Presidente não foi além das explicações mais óbvias quando devia ter dito por que inaugurou um novo entendimento do exercício dos poderes presidenciais" - José Manuel Fernandes, Director do Público
"A decisão do Presidente da República de dissolver o Parlamento teve, pelo menos, uma vantagem imediata: a política em Portugal entrou numa espécie de jogo da verdade." - João Paulo Guerra, in Diário Económico
"Queremos que Sampaio acabe o mandato com dignidade." - Guilherme Silva, in Sábado
""Nunca nenhum Governo foi tão levado ao colo por um Presidente como este. E é preciso recuar ao PREC para encontrar um Executivo qu tenha, em tão pouco tempo, prejudicado tanto o país." - Helena Garrido, in Diário Económico
"A responsabilidade da politiquice é dos políticos, mas é também, e num enorne grau, da comunicação social, com relevo para as televisões." - José Pacheco Pereira, Histortiador, in Sábado
"O problema que se põe ao país, neste momento, é o de saber se o PS com José Sócrates é uma alternativa melhor que o PSD com Pedro Santana Lopes." - António Neto da Silva, in Diário Económico
"Os políticos que temos testemunham, com o recurso à artimanha, ao improvisto, à mentira, a compleição das suas debilidades. À razão histórica subrepõem os impulsos do mais abjecto oportunismo e da mais repulsiva falta de grandeza." - Baptista-Bastos, Escritor, Jornal de Negócios
"O estado do país obriga, porém, a que se debata outra coisa, que é saber o que pode ser uma governação realista e positiva, depois de superado o vendaval populista que a assolou nos últimos 30 meses." - Augusto Santos Silva, Professor Universitário, in Público
" O que moverá Pedro Santana Lopes e Paulo Portas para uma coligação, caso ela venha a existir, não será um projecto para o país, uma ideia para o futuro, será apenas e só o que acrditam que lhes poderá permitir continuar no poder." - Eunice Lourenço, in Público
"A cidade é um território de liberdade, de democracia, onde confrontamos as nossas diferenças com os outros, onde negociamos diariamente a dificuldade de vivermos juntos e há milhares de anos que o conseguimos fazer." - Manuel Graça Dias, arquiteto
"Temos um partido de centro-esquerda e um partido de centro-direita que "dividem" o mesmo sindicato, a UGT, o que é uma coisa singular na Europa" - André Freire, Professor de Sociologia Política
"O regabofe do Engº Guterres, a deserção do Dr. Barroso e a inconstância do Dr. Santana Lopes vão obrigar os portugueses a escolher o quarto Primeiro-Ministro em menos de três anos - e terceiro em menos de 8 meses." - Nuno Fernandes Thomaz, in Semanário Económico
"O Presidente não foi além das explicações mais óbvias quando devia ter dito por que inaugurou um novo entendimento do exercício dos poderes presidenciais" - José Manuel Fernandes, Director do Público
"A decisão do Presidente da República de dissolver o Parlamento teve, pelo menos, uma vantagem imediata: a política em Portugal entrou numa espécie de jogo da verdade." - João Paulo Guerra, in Diário Económico
"Queremos que Sampaio acabe o mandato com dignidade." - Guilherme Silva, in Sábado
""Nunca nenhum Governo foi tão levado ao colo por um Presidente como este. E é preciso recuar ao PREC para encontrar um Executivo qu tenha, em tão pouco tempo, prejudicado tanto o país." - Helena Garrido, in Diário Económico
"A responsabilidade da politiquice é dos políticos, mas é também, e num enorne grau, da comunicação social, com relevo para as televisões." - José Pacheco Pereira, Histortiador, in Sábado
"O problema que se põe ao país, neste momento, é o de saber se o PS com José Sócrates é uma alternativa melhor que o PSD com Pedro Santana Lopes." - António Neto da Silva, in Diário Económico
"Os políticos que temos testemunham, com o recurso à artimanha, ao improvisto, à mentira, a compleição das suas debilidades. À razão histórica subrepõem os impulsos do mais abjecto oportunismo e da mais repulsiva falta de grandeza." - Baptista-Bastos, Escritor, Jornal de Negócios
"O estado do país obriga, porém, a que se debata outra coisa, que é saber o que pode ser uma governação realista e positiva, depois de superado o vendaval populista que a assolou nos últimos 30 meses." - Augusto Santos Silva, Professor Universitário, in Público
" O que moverá Pedro Santana Lopes e Paulo Portas para uma coligação, caso ela venha a existir, não será um projecto para o país, uma ideia para o futuro, será apenas e só o que acrditam que lhes poderá permitir continuar no poder." - Eunice Lourenço, in Público
"A cidade é um território de liberdade, de democracia, onde confrontamos as nossas diferenças com os outros, onde negociamos diariamente a dificuldade de vivermos juntos e há milhares de anos que o conseguimos fazer." - Manuel Graça Dias, arquiteto
"Temos um partido de centro-esquerda e um partido de centro-direita que "dividem" o mesmo sindicato, a UGT, o que é uma coisa singular na Europa" - André Freire, Professor de Sociologia Política
"O regabofe do Engº Guterres, a deserção do Dr. Barroso e a inconstância do Dr. Santana Lopes vão obrigar os portugueses a escolher o quarto Primeiro-Ministro em menos de três anos - e terceiro em menos de 8 meses." - Nuno Fernandes Thomaz, in Semanário Económico
sábado, dezembro 11, 2004
sexta-feira, dezembro 10, 2004
Direitos Humanos
Hoje comemora-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos, cujo texto de 30 artigos consta do link DHR.
quinta-feira, dezembro 09, 2004
Curiosidades
Do blogue American On Line destaco esta interessante curiosidade já vista em tempo em qualquer outro blogue:
How Smart is Your Right Foot?
"This is so funny that it will boggle your mind. And you will keep trying at east 50 more times to see if you can outsmart your foot, but you can't.
1. While sitting at your desk, lift your right foot off the floor and make clockwise circles.
2. Now, while doing this, draw the number "6" in the air with your right hand. Your foot will change direction.
I told you!! And there's nothing you can do about it!"
How Smart is Your Right Foot?
"This is so funny that it will boggle your mind. And you will keep trying at east 50 more times to see if you can outsmart your foot, but you can't.
1. While sitting at your desk, lift your right foot off the floor and make clockwise circles.
2. Now, while doing this, draw the number "6" in the air with your right hand. Your foot will change direction.
I told you!! And there's nothing you can do about it!"
Blogosfera
O papel dos blogues no jornalismo actual
No passado dia 7 à noite realizou-se no Cybercentro de Guimarães o colóquio "O papel dos blogues no jornalismo actual", segundo artigo de VITOR FERREIRA no PÚBLICO, em que se expressaram alguns dos participantes, de que destacamos algumas opiniões mencionadas naquele artigo:
- Manuel Pinto, investigador do Departamento de Comunicação da Universidade do Minho: "prefere olhar para estes diários 'on-line' não como uma forma de jornalismo, mas como um instrumneto de "expressão e de participação cívica"
- João Paulo Meneses, jornalista da TSF: "Um jornalista nunca, ou apenas raramente, dá a sua opinião no jornal, na rádio. É por isso que eu digo que ser jornalista é uma função castradora."
- Fernando Zamith, jornalista da Lusa: "Não sei se a situação é os blogues serem o quinto poder ou se é o quarto poder que está a ser aberto a todos. Seja o quinto poder ou o quarto poder alargado, os blogues são o jornalismo de cidadãos, e isso é uma liberdade tremenda"
Estou em crer que o jornalismo exerce um imenso fascínio sobre todos nós, desde a juventude, por muito boas e diversas razões que, individualmente, saberemos explicar. Mas somente muito poucos terão engenho e arte de serem jornalistas.
Já dos tempos de adolescente delirava quando um jornal publicava uma carta de leitor, isso representava uma victória num mundo a que o acesso era de poucos.
Lembro-me que anos mais tarde quando tivemos a oportunidade de participar num pequeno curso de Comunicação do INA, orientado pelo professor António Sanches Bravo, vice-decano da Faculdade de Ciencias de la Informacion, da Universidade Complutense de Madrid, tentámos perceber o rigor, a ética, e a técnica, para além da qualidade da escrita que ao jornalista eram impostos, e não somente os princípios da formação de jornalistas do povo após a subido de Fidel Castro ao poder em Cuba, que nos foram também referidos.
Ultimamente com a faculdade de construirmos 'sites' e depois a possibilidade de alargarmos aos blogues sem que para isso seja necessário ou mesmo indispensável o conhecimento do código HTML ou outros, uma nova janela se abriu para darmos expansão ao nosso sonho.
Como cidadão comum nunca farei jornalismo, como é óbvio, porque isso é muito complicado, mas serei capaz de seguir as regras deontológicas que à classe são exigidas e acho muito interessante que muitos estudos sejam feitos, deles se dando conhecimento, para que nos apercebamos quais são as grandes razões que levam tantas e tantas pessoas a construirem e manterem os seus blogues, por esse mundo fora, para além dos motivos que encontramos em muitos dos cabeçalhos.
Por outro lado, que todos saibamos preservar o direito de em qualquer parte do mundo possamos manter a nossa janela aberta para a auto-estrada da comunicação globalizada, o nosso blogue!
No passado dia 7 à noite realizou-se no Cybercentro de Guimarães o colóquio "O papel dos blogues no jornalismo actual", segundo artigo de VITOR FERREIRA no PÚBLICO, em que se expressaram alguns dos participantes, de que destacamos algumas opiniões mencionadas naquele artigo:
- Manuel Pinto, investigador do Departamento de Comunicação da Universidade do Minho: "prefere olhar para estes diários 'on-line' não como uma forma de jornalismo, mas como um instrumneto de "expressão e de participação cívica"
- João Paulo Meneses, jornalista da TSF: "Um jornalista nunca, ou apenas raramente, dá a sua opinião no jornal, na rádio. É por isso que eu digo que ser jornalista é uma função castradora."
- Fernando Zamith, jornalista da Lusa: "Não sei se a situação é os blogues serem o quinto poder ou se é o quarto poder que está a ser aberto a todos. Seja o quinto poder ou o quarto poder alargado, os blogues são o jornalismo de cidadãos, e isso é uma liberdade tremenda"
Estou em crer que o jornalismo exerce um imenso fascínio sobre todos nós, desde a juventude, por muito boas e diversas razões que, individualmente, saberemos explicar. Mas somente muito poucos terão engenho e arte de serem jornalistas.
Já dos tempos de adolescente delirava quando um jornal publicava uma carta de leitor, isso representava uma victória num mundo a que o acesso era de poucos.
Lembro-me que anos mais tarde quando tivemos a oportunidade de participar num pequeno curso de Comunicação do INA, orientado pelo professor António Sanches Bravo, vice-decano da Faculdade de Ciencias de la Informacion, da Universidade Complutense de Madrid, tentámos perceber o rigor, a ética, e a técnica, para além da qualidade da escrita que ao jornalista eram impostos, e não somente os princípios da formação de jornalistas do povo após a subido de Fidel Castro ao poder em Cuba, que nos foram também referidos.
Ultimamente com a faculdade de construirmos 'sites' e depois a possibilidade de alargarmos aos blogues sem que para isso seja necessário ou mesmo indispensável o conhecimento do código HTML ou outros, uma nova janela se abriu para darmos expansão ao nosso sonho.
Como cidadão comum nunca farei jornalismo, como é óbvio, porque isso é muito complicado, mas serei capaz de seguir as regras deontológicas que à classe são exigidas e acho muito interessante que muitos estudos sejam feitos, deles se dando conhecimento, para que nos apercebamos quais são as grandes razões que levam tantas e tantas pessoas a construirem e manterem os seus blogues, por esse mundo fora, para além dos motivos que encontramos em muitos dos cabeçalhos.
Por outro lado, que todos saibamos preservar o direito de em qualquer parte do mundo possamos manter a nossa janela aberta para a auto-estrada da comunicação globalizada, o nosso blogue!

Santana Lopes é "o único fenómeno caudilhista"
Freitas do Amaral comenta críticas de Morais Sarmento a Sampaio
"Freitas do Amaral considera que o ataque de Morais Sarmento a Jorge Sampaio não é de bom-tom. O professor de direito acrescenta ainda que o único fenómeno caudilhista em Portugal, depois do 25 de Abril, tem por nome Pedro Santana Lopes. O termo caudilho pode ser empregue para qualificar chefes ou ditadores militares." - Rádio Renascença / Diário Económico
Afghanistan

Afghanistan's George Washington?
"Hamid Karzai has been sworn in as Afghanistan's first-ever elected president - a happy moment for a country that has known decades of desperation. But with much of the country run by warlords and awash in drugs, Mr Karzai has his work cut out"
THE first time is always special. With the inauguration on Tuesday December 7th of Hamid Karzai, Afghanistan has its first-ever democratically elected leader. Many of the world's great and good, including Dick Cheney and Donald Rumsfeld, America's vice-president and defence secretary, attended amid high security. As with the election itself, held in October, threats of violent disruption from the Taliban failed to materialise.
Now Mr Karzai must return to the difficult task of running this still-devastated country. His first challenge will be forming a cabinet, which requires several simultaneous balancing acts. One is ethnic. Mr Karzai is a member of the country's biggest ethnic group, the Pushtun, based in the south. But Afghanistan's minorities include Tajiks, Uzbeks, Hazaras and others. Such minorities dominated the Northern Alliance, which helped America topple the Taliban regime in late 2001. They were over-represented in the transitional government headed by Mr Karzai before his election. They will expect a healthy number of posts in the new cabinet too.
Some of the choices for his cabinet will be unproblematic. For example, Mr Karzai is expected to offer Yunus Qanuni, his closest challenger in the presidential election and a Tajik, a top job. But other choices are more difficult. What to do with the warlords who run much of the country? In the transitional government, many unsavoury characters were brought in to keep them out of trouble. But this has merely delayed the problem of dealing with them. Human Rights Watch, a non-governmental organisation, has written to Mr Karzai asking him to stiffen his spine, keeping nasty types out of the government and bringing to justice those credibly accused of human-rights abuses.
But Mr Karzai may be tempted to draw at least one warlord into his government: Ismail Khan. As governor of the western province of Herat, Mr Khan ran it like a personal fief, leading Mr Karzai to sack him in September. But his style of local government was actually quite effective, and he was admired by many in the region. Kept outside the government, he would make an irritatingly popular opponent of the president.
Furthermore, Mr Karzai has needed the warlords' help in keeping the country relatively quiet. America has some 18,000 troops in the country, but they are largely confined to hunting Taliban and al-Qaeda remnants in the south and east. The International Security Assistance Force (ISAF), led by NATO, has just 8,000 troops and mostly remains in Kabul, the capital. It may get another 2,000 troops soon, but this will not be enough to make much of a difference on the ground. And the nascent Afghan armys 13,400 troops are poorly trained, ill-equipped and prone to desertion.
Hence the hope for an offer of amnesty to ex-Taliban fighters.
The government has in the past encouraged them to lay down their weapons. But Mr Karzai is soon to announce the first full-fledged programme: the top 100 or so leaders will be excluded from the deal, but the rest will be encouraged to run for office or otherwise take part in rebuilding and reconciliation. An American general told the Associated Press that a successful programme might allow a reduction in American forces after parliamentary elections in April.
But even neutralising the threat from violent Islamists, whether Taliban or al-Qaeda, would not be the end of Afghanistan's troubles. Five years of Taliban rule following seven of warlord-driven civil war and, before that, a decade of Soviet occupation have left the country and its economy a wreck. Its infrastructure is shattered, and per-capita income is just over $240 a year.
It is therefore little surprise that some 10% of the Afghan population is now involved in the cultivation of opium (from which heroin is derived), according to a recent study by the United Nations. The drug is the biggest item in the Afghan economy, and it is booming. This year's crop, at export prices, was worth $2.8 billion - equivalent to 60% of Afghanistan's official GDP in 2003.
And only bad weather kept the harvest from being much bigger-the number of hectares under opium poppy cultivation spiked in 2004. Efforts to get opium farmers to switch to crops like saffron or fruit have been largely unsuccessful." - The Economist Global Agenda (Dec 7th 2004)
Politics
Evidently, it was not the sushi
Russell Roberts
"Whenever people decry the dirty nature of politics in America today, I always think of the dirt thrown at Thomas Jefferson when he ran for office or the first volume of Robert Caro's chilling and must-read biography of Lyndon Johnson. Now comes news from Ukraine that suggests the rough and tumble of US political bickering is nothing more than a couple of toddlers struggling over a lego they both want:
MEDICAL experts have confirmed that Viktor Yushchenko, Ukraine’s opposition leader, was poisoned in an attempt on his life during election campaigning, the doctor who supervised his treatment at an Austrian clinic said yesterday.
Doctors at Vienna’s exclusive Rudolfinerhaus clinic are within days of identifying the substance that left Mr Yushchenko’s face disfigured with cysts and lesions, Nikolai Korpan told The Times in a telephone interview.
Asked if the aim had been to kill him, Dr Korpan said: “Yes, of course.”
Proof that Mr Yushchenko was deliberately poisoned would be a devastating blow for his rival, the Prime Minister, Viktor Yanukovych, as the two candidates prepare for a repeat of a presidential run-off on December 26.
Mr Yanukovych’s supporters ridiculed the opposition, saying the illness was probably caused by bad sushi, too much cognac or a severe case of herpes. A parliamentary investigation found no evidence of poisoning."
Russell Roberts
"Whenever people decry the dirty nature of politics in America today, I always think of the dirt thrown at Thomas Jefferson when he ran for office or the first volume of Robert Caro's chilling and must-read biography of Lyndon Johnson. Now comes news from Ukraine that suggests the rough and tumble of US political bickering is nothing more than a couple of toddlers struggling over a lego they both want:
MEDICAL experts have confirmed that Viktor Yushchenko, Ukraine’s opposition leader, was poisoned in an attempt on his life during election campaigning, the doctor who supervised his treatment at an Austrian clinic said yesterday.
Doctors at Vienna’s exclusive Rudolfinerhaus clinic are within days of identifying the substance that left Mr Yushchenko’s face disfigured with cysts and lesions, Nikolai Korpan told The Times in a telephone interview.
Asked if the aim had been to kill him, Dr Korpan said: “Yes, of course.”
Proof that Mr Yushchenko was deliberately poisoned would be a devastating blow for his rival, the Prime Minister, Viktor Yanukovych, as the two candidates prepare for a repeat of a presidential run-off on December 26.
Mr Yanukovych’s supporters ridiculed the opposition, saying the illness was probably caused by bad sushi, too much cognac or a severe case of herpes. A parliamentary investigation found no evidence of poisoning."
quarta-feira, dezembro 08, 2004
Disse-se
"Gastamos mal, organizamo-nos mal, trabalhamos pouco e temos expectativas acima das nossas possibilidades." - Idéia-mestra na entrevista de José Pacheco Pereira às Selecções RD - Dezembro 2004
"Sampaio vai ter que se demitir caso o centro-direita volte a ganhar as eleições" - in Semanário, nº 1098
"O sistema alimenta-se de homens erráticos como Santana, que funcionam como garante dos centros individuais de interesses, de Cavaco a Soares, passando por Marcelo e Guterres, e do poder das grandes corporações económicas, dos bancos à indústria." - Paulo Gaião, in Semanário, idem
"A realidade ultrapassou, certamente, a imaginação de muitos que criticaram a decisão presidencial. E a questão que fica é a da razão dessa decisão presidencial. Esperar que o PS se organizasse?" - Ilda Figueiredo, in Semanário, idem
"Entendi-me bem com o prof. Cavaco Silva, nos dois mandatos. O que não exclui naturais divergências. Admiro a sua competência, especialmente nos temas financeiros e económicos, e a sua honradez cívica"
- Dr. Mário Soares, in Semanário, idem
"A minha experiência diz que um político honesto é alguém que só mente quando tem que o fazer. Os políticos verdadeiramente desonestos mentem para praticar- Richard Reeves, especialista em biografias de presidentes, in Selecções RD, Dezembro 2004
"Não vejo que surja alguém com um projecto para Portugal que realmente defenda os nossos interesses." - Fernando Dacosta, in 'O Diabo', 07-12-04
"É curioso que, quando Soares está no poder, é menos de esquerda do que quando está na oposição, o que dá impressão que há uma ideologia para governar e uma ideologia para se opor." - Ângelo Correia, Rádio Renascença, 07-12-04
"Não sou muito dado a arrependimentos...nem exames de consciência. Eu penso, reflito, tomo opinião, tomo a minha opção e sigo em frente, se possível a assobiar, mas não me fico depois a lamentar.(...)Já perdi demasiado [tempo] com a política." - Dr. Mário Soares, TSF, 07-12-04
terça-feira, dezembro 07, 2004
Sun-Flower
Who countest the steps of the Sun,
Seeking after that sweet golden clime
Where the traveller's journey is done:
Where the Youth pined away with desire,
And the pale Virgin shrouded in snow
Arise from their graves, and aspire
Where my Sun-flower wishes to go.
Blogosfera
Verificámos hoje que o nosso blogue está na lista dos Blogues Interessantes do DELEITES PENSAMENTOS, o que é obviamente simpático ver que, de alguma forma, ou por alguma razão, outros Cibernautas dão-se ao trabalho de linkar o nosso blogue.
Só nos resta agradecer.
"Bartoon"
De Luís Afonso, no 'Público', não resistimos a reproduzir as legendas do cartoon:
(A cena ocorre talvez num bar/café, com dois personagens)
1 - Está a decorrer uma conferência onde se discute o presente e o futuro da língua portuguesa.
2 - (Toca o telemóvel em cima do banco do bar)
3 - É uma mensagem do meu filho.
4 - TD BEM? N PDS VIR HJ + CDO P CASA? N KRES IR AO CNEMA? TOU AKI AH BUE S/ FZER NB. BJS :-)
Daqui a 10, 15 anos vamos a ver, quem poder ver, os efeitos desta simplificação resultante das tecnologias de comunicação em curso. E certamente ainda não vamos ficar por aqui, mas de facto a única forma de escrever mensagens é do modo simplificado.
O que nos vale é que em relação às outras linguas deve passar-se algo semelhante já que estamanos a viver também a globalização nas comunicações.
(A cena ocorre talvez num bar/café, com dois personagens)
1 - Está a decorrer uma conferência onde se discute o presente e o futuro da língua portuguesa.
2 - (Toca o telemóvel em cima do banco do bar)
3 - É uma mensagem do meu filho.
4 - TD BEM? N PDS VIR HJ + CDO P CASA? N KRES IR AO CNEMA? TOU AKI AH BUE S/ FZER NB. BJS :-)
Daqui a 10, 15 anos vamos a ver, quem poder ver, os efeitos desta simplificação resultante das tecnologias de comunicação em curso. E certamente ainda não vamos ficar por aqui, mas de facto a única forma de escrever mensagens é do modo simplificado.
O que nos vale é que em relação às outras linguas deve passar-se algo semelhante já que estamanos a viver também a globalização nas comunicações.
segunda-feira, dezembro 06, 2004
Technology
Scientists Make Phone That Turns Into a Sunflower - By REUTERS
"AMSTERDAM (Reuters) - Scientists said on Monday they have come up with a cell phone cover that will grow into a sunflower when thrown away.
Materials company Pvaxx Research & Development, at the request of U.S.-based mobile phone maker Motorola (MOT.N), has come up with a polymer that looks like any other plastic, but which degrades into soil when discarded.
Researchers at the University of Warwick in Britain then helped to develop a phone cover that contains a sunflower seed, which will feed on the nitrates that are formed when the polyvinylalcohol polymer cover turns to waste.
``It's a totally biodegradable and non-toxic plastic,'' said Pvaxx spokesman Peter Morris.
``This is the first product that we've made public. We're working with blue chip companies and will introduce several products next year,'' he said, adding it would be used in electronics, horticulture, ammunition and household cleaning.
The company's new plastic, which was created over the past five years but was in development for longer, can be rigid or flexible in shape.
Some 650 million mobile phones will be sold this year, and most of them will be thrown away within two years, burdening the environment with plastics, heavy metals and chemicals. A biodegradable cover can offer some relief for nature, Warwick University said.
Motorola said it had not yet decided if it would introduce a model built with the new plastic, and that it would take until at least the second quarter of 2005 to get a commercial product.
``(To improve) the quality (of the plastic) is something we're working on,'' said Motorola project manager Peter Shead, adding the new plastic may be used in snap-on covers first.
Many young consumers buy cheap and interchangeable plastic covers to personalize their standard phone." - in The New York Times On-line
"AMSTERDAM (Reuters) - Scientists said on Monday they have come up with a cell phone cover that will grow into a sunflower when thrown away.
Materials company Pvaxx Research & Development, at the request of U.S.-based mobile phone maker Motorola (MOT.N), has come up with a polymer that looks like any other plastic, but which degrades into soil when discarded.
Researchers at the University of Warwick in Britain then helped to develop a phone cover that contains a sunflower seed, which will feed on the nitrates that are formed when the polyvinylalcohol polymer cover turns to waste.
``It's a totally biodegradable and non-toxic plastic,'' said Pvaxx spokesman Peter Morris.
``This is the first product that we've made public. We're working with blue chip companies and will introduce several products next year,'' he said, adding it would be used in electronics, horticulture, ammunition and household cleaning.
The company's new plastic, which was created over the past five years but was in development for longer, can be rigid or flexible in shape.
Some 650 million mobile phones will be sold this year, and most of them will be thrown away within two years, burdening the environment with plastics, heavy metals and chemicals. A biodegradable cover can offer some relief for nature, Warwick University said.
Motorola said it had not yet decided if it would introduce a model built with the new plastic, and that it would take until at least the second quarter of 2005 to get a commercial product.
``(To improve) the quality (of the plastic) is something we're working on,'' said Motorola project manager Peter Shead, adding the new plastic may be used in snap-on covers first.
Many young consumers buy cheap and interchangeable plastic covers to personalize their standard phone." - in The New York Times On-line
domingo, dezembro 05, 2004
Máximas
"Um príncipe que não seja sábio de si próprio não pode ser bem aconselhado, a não ser que entregue o governo a um homem prudentíssimo." - O Príncipe, de Maquiavel
"Não respeites os indivíduos pelas suas tagarelices, pela sua agitação estéril, mas sim pela pela sua qualidade de ser, pela pequena música que eles guardaram no fundo de si próprios. Esta chama de ouro é um vestígio do poder antigo. Ela põ-se a brilhar em certas circunstâncias, mesmo contra a vontade deles." - Sabedoria Ameríndia
"Não respeites os indivíduos pelas suas tagarelices, pela sua agitação estéril, mas sim pela pela sua qualidade de ser, pela pequena música que eles guardaram no fundo de si próprios. Esta chama de ouro é um vestígio do poder antigo. Ela põ-se a brilhar em certas circunstâncias, mesmo contra a vontade deles." - Sabedoria Ameríndia
Barca do Inferno
Tu passarás, se quiseres,
porque, em todos teus fazeres,
por malícia não erraste:
tua simpleza te abaste
para gozar dos prazeres.
Espera, entanto, por aí;
veremos se vem alguém
merecedor de tal bem
que deva de entrar aqui.
Fala do ANJO - Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente
sábado, dezembro 04, 2004
How to Get Rich
Subject: How to Get Rich Quick in China
Well, to get rich quick, you need the following essential conditions:
1. Your dad sits in a high place in the government
2. the same as No. 1
3. The Same as No. 2
4. The same as No. 3
and that's it!
This sounds very familiar!
Well, to get rich quick, you need the following essential conditions:
1. Your dad sits in a high place in the government
2. the same as No. 1
3. The Same as No. 2
4. The same as No. 3
and that's it!
VIRTUALIDADES
Folhetim
Mário Bettencourt Resendes*
"Cena I - Quatro dias depois de ter tomado posse, Henrique Chaves, ministro da Juventude, do Desporto ( e de mais algumas coisas que não recordo), ex-ministro adjunto de Santana Lopes, demite-se com estrondo. A sua carta de saída lembra uma tragédia grega.
Cena II - O primeiro ministro inicia as diligências para a substituição de Chaves. De Belém saiem, para alguns jornais, informações sugerindo que Sampaio «exige estabilidade», mas «não encara a dissolução a curto prazo».
Cena III - Quando chega a Belém com o nome do novo ministro na carteira, Santana ouve de Sampaio a decisão de dissolver o Parlamento. Ainda o primeiro ministro estava no palácio, é divulgado um comunicado lacónico da Presidência, anunciando a intenção de convocar o Conselho de Estado ao abrigo do artigo da Constituição que remete para a dissolução da Assembleia.
Cena IV - No dia seguinte, à saída de casa, confrontado com a insistência dos jornalistas, Jorge Sampaio diz que falará à porta da «Abraço», para onde se dirige em missão oficial. Lá chegado, tranquiliza os portugueses: «Está tudo normal, as instituições funcionam».
Cena V - O presidente da Assembleia queixa-se de ter sabido da decisão de Sampaio pela televisão. Ofendido, diz que o actual Parlamento está «ferido de morte» e defende a imediata cessação dos trabalhos. Os líderes parlamentares não concordam e a maioria quer aprovar o Orçamento para 2005.
Cena VI - O Presidente da República continua tranquilo. Sobre o Orçamento, diz que a seu tempo se verá. Fontes do Palácio indicam que o OE deverá passar. Economistas e empresários evidenciam uma enorme divisão de opiniões sobre a questão orçamental.
Cena VII - Alguém recorda, oportunamente, que, se o primeiro ministro não se demitir nem for demitido, o Governo continuará em plenitude de funções até à posse do próximo Executivo.
Cena VIII - Angelical, Cavaco afirma que o seu artigo no «Expresso», publicado no sábado, «não visava o Governo».
Cena IX - Sampaio continua tranquilo." - in Diário Digital
*Jornalista
Aguardemos com muito interesse, pelo menos, a Cena X
Mário Bettencourt Resendes*
"Cena I - Quatro dias depois de ter tomado posse, Henrique Chaves, ministro da Juventude, do Desporto ( e de mais algumas coisas que não recordo), ex-ministro adjunto de Santana Lopes, demite-se com estrondo. A sua carta de saída lembra uma tragédia grega.
Cena II - O primeiro ministro inicia as diligências para a substituição de Chaves. De Belém saiem, para alguns jornais, informações sugerindo que Sampaio «exige estabilidade», mas «não encara a dissolução a curto prazo».
Cena III - Quando chega a Belém com o nome do novo ministro na carteira, Santana ouve de Sampaio a decisão de dissolver o Parlamento. Ainda o primeiro ministro estava no palácio, é divulgado um comunicado lacónico da Presidência, anunciando a intenção de convocar o Conselho de Estado ao abrigo do artigo da Constituição que remete para a dissolução da Assembleia.
Cena IV - No dia seguinte, à saída de casa, confrontado com a insistência dos jornalistas, Jorge Sampaio diz que falará à porta da «Abraço», para onde se dirige em missão oficial. Lá chegado, tranquiliza os portugueses: «Está tudo normal, as instituições funcionam».
Cena V - O presidente da Assembleia queixa-se de ter sabido da decisão de Sampaio pela televisão. Ofendido, diz que o actual Parlamento está «ferido de morte» e defende a imediata cessação dos trabalhos. Os líderes parlamentares não concordam e a maioria quer aprovar o Orçamento para 2005.
Cena VI - O Presidente da República continua tranquilo. Sobre o Orçamento, diz que a seu tempo se verá. Fontes do Palácio indicam que o OE deverá passar. Economistas e empresários evidenciam uma enorme divisão de opiniões sobre a questão orçamental.
Cena VII - Alguém recorda, oportunamente, que, se o primeiro ministro não se demitir nem for demitido, o Governo continuará em plenitude de funções até à posse do próximo Executivo.
Cena VIII - Angelical, Cavaco afirma que o seu artigo no «Expresso», publicado no sábado, «não visava o Governo».
Cena IX - Sampaio continua tranquilo." - in Diário Digital
*Jornalista
Aguardemos com muito interesse, pelo menos, a Cena X
sexta-feira, dezembro 03, 2004
Opiniões, são opiniões...
Na folha Independências do INDEPENDENTE, de hoje, Pedro Lomba diz:
"Portugal continua a ser o país dos 15 dias. Não nos damos mais tempo. Não ganhamos juízo".
E aponta as vantagens em ser-se ministro só por três dias!
Nos alfarrábios encontramos uma opinião curiosa atribuída a Carlos V, Imperador, acerca de espanhóis, franceses e portugueses, opinião que é muito possível que ele nunca tenha tido:
- Que os Castelhanos parecem ajuizados, mas são malucos, ao passo que os Franceses parecem malucos e têm juizo, e que os Portugueses, esses, parecem malucos... e são malucos.
Em qualquer dos casos já lá vão cerca de 500 anos e muita coisa pode ter mudado para melhor...
"Portugal continua a ser o país dos 15 dias. Não nos damos mais tempo. Não ganhamos juízo".
E aponta as vantagens em ser-se ministro só por três dias!
Nos alfarrábios encontramos uma opinião curiosa atribuída a Carlos V, Imperador, acerca de espanhóis, franceses e portugueses, opinião que é muito possível que ele nunca tenha tido:
- Que os Castelhanos parecem ajuizados, mas são malucos, ao passo que os Franceses parecem malucos e têm juizo, e que os Portugueses, esses, parecem malucos... e são malucos.
Em qualquer dos casos já lá vão cerca de 500 anos e muita coisa pode ter mudado para melhor...
Qual o melhor sistema?
Se você tivesse duas vacas...
Socialista - Daria uma ao seu vizinho;
Comunista - Teria de as dar ao Governo e este dar-lhe-ia algum leite;
Fachista - Poderia ficar com elas mas dava o leite ao Governo e este depois vender-lhe-ia algum;
Novo idealista - Teria de matar uma, ordenar a outra e deitar o leite fora;
Nazista - Ficaria com as duas, mas dava o leite para a fabricação do aço;
Capitalista - Venderia uma e comprava um boi.
Socialista - Daria uma ao seu vizinho;
Comunista - Teria de as dar ao Governo e este dar-lhe-ia algum leite;
Fachista - Poderia ficar com elas mas dava o leite ao Governo e este depois vender-lhe-ia algum;
Novo idealista - Teria de matar uma, ordenar a outra e deitar o leite fora;
Nazista - Ficaria com as duas, mas dava o leite para a fabricação do aço;
Capitalista - Venderia uma e comprava um boi.
Temos solução...
Jardim disponível para «meter o país na ordem»
"O Presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, afirmou-se, na quinta-feira, pronto para, «a partir de agora», vir para Lisboa «meter o país na ordem».
Segundo as declarações reproduzidas na edição desta sexta-feira do Público, Jardim parece assim disposto a relançar a sua velha aspiração à Presidência da República.
Na opinião do secretário-geral adjunto do PSD/Madeira, Filipe Malheiro, «perante uma previsível derrota do PSD nas próximas legislativas, tanto Santana Lopes como cavaco Silva irão ponderar se avançam, uma questão a discutir num congresso extraordinário que constituirá um ajuste de contas entre santanistas e cavaquistas».
Face a este quadro, Malheiro considera que Jardim poderá então emergir como «o único político ganhador e capaz de protagonizar uma candidatura de ruptura com o actual sistema», sendo que o próprio «não teria nada a perder» se aceitasse o desafio." -in Diário Digital
Nota: que não doam as mãos às individualidades que querem pôr este País na ordem...
"O Presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, afirmou-se, na quinta-feira, pronto para, «a partir de agora», vir para Lisboa «meter o país na ordem».
Segundo as declarações reproduzidas na edição desta sexta-feira do Público, Jardim parece assim disposto a relançar a sua velha aspiração à Presidência da República.
Na opinião do secretário-geral adjunto do PSD/Madeira, Filipe Malheiro, «perante uma previsível derrota do PSD nas próximas legislativas, tanto Santana Lopes como cavaco Silva irão ponderar se avançam, uma questão a discutir num congresso extraordinário que constituirá um ajuste de contas entre santanistas e cavaquistas».
Face a este quadro, Malheiro considera que Jardim poderá então emergir como «o único político ganhador e capaz de protagonizar uma candidatura de ruptura com o actual sistema», sendo que o próprio «não teria nada a perder» se aceitasse o desafio." -in Diário Digital
Nota: que não doam as mãos às individualidades que querem pôr este País na ordem...
quinta-feira, dezembro 02, 2004
Frases
"O problema é o modo como desde o início Santana Lopes concebeu o seu Governo: os brasileiro chamam a isto "o samba do crioulo doido" - Eduardo Prado Coelho, Professor Universitário, in Público
"O genuino Santa Lopes é o do discurso da incubadora, até no facto de ele ter sido pronunciado em funções de Estado" - José Pacheco Pereira, Historiador, in Público
"PS não está preparado para governar"- Helena Roseta, Presidente da Ordem dos Arquitectos, in Independente
"O genuino Santa Lopes é o do discurso da incubadora, até no facto de ele ter sido pronunciado em funções de Estado" - José Pacheco Pereira, Historiador, in Público
"PS não está preparado para governar"- Helena Roseta, Presidente da Ordem dos Arquitectos, in Independente
quarta-feira, dezembro 01, 2004
Rebuscado...
Política dos Estados Europeus
Na Biblioteca Pública de Évora há um manuscrito dos fins do século XVIII, em que se aprecia a política dos Estados da Europa por esta forma original:
"Espanha está por tudo. Portugal teme tudo. França zomba de tudo. Holanda paga tudo. Inglaterra embrulha tudo. Dinamarca observa tudo. Alemanha quer tudo. Prússia topa tudo. Suiça aproveita tudo. Polónia lá vai tudo. Rússia logra tudo. Sardenha geme tudo. Roma benze tudo. Se Deus não remedeia tudo, o Diabo levará tudo!"
Isto foi escrito há mais de dois séculos; mas continua a ter a sua graça e, até certo ponto, quase alguma actualidade...
Na Biblioteca Pública de Évora há um manuscrito dos fins do século XVIII, em que se aprecia a política dos Estados da Europa por esta forma original:
"Espanha está por tudo. Portugal teme tudo. França zomba de tudo. Holanda paga tudo. Inglaterra embrulha tudo. Dinamarca observa tudo. Alemanha quer tudo. Prússia topa tudo. Suiça aproveita tudo. Polónia lá vai tudo. Rússia logra tudo. Sardenha geme tudo. Roma benze tudo. Se Deus não remedeia tudo, o Diabo levará tudo!"
Isto foi escrito há mais de dois séculos; mas continua a ter a sua graça e, até certo ponto, quase alguma actualidade...
Vantagens
Vantagens da nossa lingua
Um filólogo estrangeiro dizia, conversando com um jornalista, que a lingua portuguesa era riquíssima. E como exemplo dava o verbo "fugir".
Eu fujo
Tu safas-te
Ele pisga-se
Nós piramo-nos
Vós raspai-vos
Eles miscam-se
E lá continuava a "dar às trancas" e "às de Vila Diogo" e passar o "pé" e as "palhetas", quando o nosso compatriota deu aos "butes" para não ouvir mais.
Um filólogo estrangeiro dizia, conversando com um jornalista, que a lingua portuguesa era riquíssima. E como exemplo dava o verbo "fugir".
Eu fujo
Tu safas-te
Ele pisga-se
Nós piramo-nos
Vós raspai-vos
Eles miscam-se
E lá continuava a "dar às trancas" e "às de Vila Diogo" e passar o "pé" e as "palhetas", quando o nosso compatriota deu aos "butes" para não ouvir mais.
Crise Política
Muitos blogues, como seria evidente, dedicam a sua atenção à situação resultante da crise política em curso. Destaco do 'Grande Loja do Queijo Limiano' o seguinte post dos últimos dias, que foca uma figura que deu muito que falar, e que ainda muitos terramotos poderia provocar se continuasse em cena:
"Nuno Morais Sarmento, o boxeur, ontem e ainda hoje no Parlamento gozou à brava com o cenário de Sampaio convocar eleições antecipadas... Era pura e simplesmente "virtual". Viu-se. Tem agora uma brilhante carreira politica à sua frente, virtualmente, claro."
Mas o que nos interessa hoje, em particular, é mencionar as manchetes dos principais jornais diários alusivas à situação presente, e começemos pelo:
Diário de Notícias que titula na primeira página: "Sampaio dissolve mas aceita Orçamento de Santana", e quase como rodapé inscreve os seguintes títulos:"Imagem de 'incubadora' chocou o Presidente da República"; "Dissolução obriga ao adiamento do referendo europeu", "PSD e PP vão ter listas separadas nas legislativas", e "José Sócrates confiante lança trunfo António Vitorino".
A Capital: Com a fotografia do Presidente da Repúlica, titula 'Mea culpa' e começa por escrever: Jorge Sampaio, quatro meses depois de ter viabilizado Santana Lopes como primeiro-ministro, resolver emendar a mão e marcar eleições antecipadas....."
Correio da Manhã: Em título de caixa alta "SAMPAIO GARANTE AUMENTOS" e "Dissolução só depois de aprovado o orçamento de 2005", com as fotos de Jorge Sampaio e de Santana Lopes.
Destacando: "Mais 2,2% para a Função Pública não espera por futuro Governo: Presidente nem ouviu nome o substituto de Chaves; Santana quer voltar a Belém depois de eleito; Sócrates põe Vitorino à frente do programa do PS; Agitação no PSD e silêncio no PP"
24 Horas: SAMPAIO FARTOU-SE DAS TRAPALHADAS DO GOVERNO DE SANTANA E PRONTO... FOI AO FUNDO, com a foto da cara de Santana a boiar nas ondas do mar, destacando os seguintes títulos: "O dia louco do Presidente, do primeiro-ministro e do líder da oposição; Quanto vão custar as eleições antecipadas; Os inimigos e as broncas que deitaram Santana abaixo; Joana Lemos arrasa o ministro que se pirou; Margarida Marante compara Santana com Sócrates; A reacção de Ferro Rodrigues"
Público: "Instabilidade justifica eleições PSD e CDS concorrem separados", resumindo os factos que terão pesado para a tomada de decisão do Presidente.
E por razões óbvias não podemos deixar de fora o:
Diário Económico que em Edição Especial aponta a Demissão do Governo e escreve: "Presidente da República dissolve a Assembleia - Orçamneto 2005 avança apesar da queda de Santana"
E resume as notícias nas páginas interiores com os temas seguintes:"Empresas que violem artº 35 dissolvem-se; Portagens nas SCUT suspensas até chegada de novo Governo; Reforma de arrendamento já não entra em vigor; Empresários preferem novo ciclo para que haja verdadeira retoma; Receitas extraordinárias de 2004 asseguradas; Novas regras de contabilidade em risco de adiamento"
E na última página titula: "Decisão surpreende alguns e era esperada por outros".
"Nuno Morais Sarmento, o boxeur, ontem e ainda hoje no Parlamento gozou à brava com o cenário de Sampaio convocar eleições antecipadas... Era pura e simplesmente "virtual". Viu-se. Tem agora uma brilhante carreira politica à sua frente, virtualmente, claro."
Mas o que nos interessa hoje, em particular, é mencionar as manchetes dos principais jornais diários alusivas à situação presente, e começemos pelo:
Diário de Notícias que titula na primeira página: "Sampaio dissolve mas aceita Orçamento de Santana", e quase como rodapé inscreve os seguintes títulos:"Imagem de 'incubadora' chocou o Presidente da República"; "Dissolução obriga ao adiamento do referendo europeu", "PSD e PP vão ter listas separadas nas legislativas", e "José Sócrates confiante lança trunfo António Vitorino".
A Capital: Com a fotografia do Presidente da Repúlica, titula 'Mea culpa' e começa por escrever: Jorge Sampaio, quatro meses depois de ter viabilizado Santana Lopes como primeiro-ministro, resolver emendar a mão e marcar eleições antecipadas....."
Correio da Manhã: Em título de caixa alta "SAMPAIO GARANTE AUMENTOS" e "Dissolução só depois de aprovado o orçamento de 2005", com as fotos de Jorge Sampaio e de Santana Lopes.
Destacando: "Mais 2,2% para a Função Pública não espera por futuro Governo: Presidente nem ouviu nome o substituto de Chaves; Santana quer voltar a Belém depois de eleito; Sócrates põe Vitorino à frente do programa do PS; Agitação no PSD e silêncio no PP"
24 Horas: SAMPAIO FARTOU-SE DAS TRAPALHADAS DO GOVERNO DE SANTANA E PRONTO... FOI AO FUNDO, com a foto da cara de Santana a boiar nas ondas do mar, destacando os seguintes títulos: "O dia louco do Presidente, do primeiro-ministro e do líder da oposição; Quanto vão custar as eleições antecipadas; Os inimigos e as broncas que deitaram Santana abaixo; Joana Lemos arrasa o ministro que se pirou; Margarida Marante compara Santana com Sócrates; A reacção de Ferro Rodrigues"
Público: "Instabilidade justifica eleições PSD e CDS concorrem separados", resumindo os factos que terão pesado para a tomada de decisão do Presidente.
E por razões óbvias não podemos deixar de fora o:
Diário Económico que em Edição Especial aponta a Demissão do Governo e escreve: "Presidente da República dissolve a Assembleia - Orçamneto 2005 avança apesar da queda de Santana"
E resume as notícias nas páginas interiores com os temas seguintes:"Empresas que violem artº 35 dissolvem-se; Portagens nas SCUT suspensas até chegada de novo Governo; Reforma de arrendamento já não entra em vigor; Empresários preferem novo ciclo para que haja verdadeira retoma; Receitas extraordinárias de 2004 asseguradas; Novas regras de contabilidade em risco de adiamento"
E na última página titula: "Decisão surpreende alguns e era esperada por outros".
terça-feira, novembro 30, 2004
Eleições antecipadas
O Senhor Presidente dissolve o Parlamento e vai convocar eleições antecipadas: é o que acabamos de ler no rodapé de umas das TV's, às 19:00 horas.
Trata-se de uma grande notícia que certamente vai enchar de entusiasmo, pelo menos mais de 50 por cento dos Portugueses.
Oxalá que saibamos, desta vez, aproveitar a oportunidade que nos é apresentada!
Trata-se de uma grande notícia que certamente vai enchar de entusiasmo, pelo menos mais de 50 por cento dos Portugueses.
Oxalá que saibamos, desta vez, aproveitar a oportunidade que nos é apresentada!
A Guerra
De Padre António Vieira
"É a guerra aquele monstro que se sustenta das fazendas, do sangue, das vidas, e quanto mais come e consome, tanto menos se farta. É a guerra aquela tempestade terrestre, que leva os campos, as casas, as vilas, os castelos, as cidades e talvez em um momento sorve os reinos e as monarquias inteiras. É a guerra aquela calamidade, composta de todas as calamidades, em que não há mal algum que ou se não padeça, ou se não tema; nem bem que seja próprio e seguro. O pai não tem seguro o filho; o rico não tem segura a fazenda; o pobre não tem seguro o seu suor; o nobre não tem segura a honra; o eclesiástico não tem segura a imunidade; o religioso não tem segura a sua cela, e até Deus nos templos e nos sacrários não está seguro."
"É a guerra aquele monstro que se sustenta das fazendas, do sangue, das vidas, e quanto mais come e consome, tanto menos se farta. É a guerra aquela tempestade terrestre, que leva os campos, as casas, as vilas, os castelos, as cidades e talvez em um momento sorve os reinos e as monarquias inteiras. É a guerra aquela calamidade, composta de todas as calamidades, em que não há mal algum que ou se não padeça, ou se não tema; nem bem que seja próprio e seguro. O pai não tem seguro o filho; o rico não tem segura a fazenda; o pobre não tem seguro o seu suor; o nobre não tem segura a honra; o eclesiástico não tem segura a imunidade; o religioso não tem segura a sua cela, e até Deus nos templos e nos sacrários não está seguro."
Telegrama histórico
Ocorrências de há cinquenta anos...
Este episódio passou-se numa república da América Central, entre um ministro e um governador, que trocaram os seguintes telegramas:
Do ministro para o governador:
-"Anuncia-se um movimento sísmico com epicentro no território sob a sua jurisdição. Tome todas as precauções e, em caso de necessidade, actue rapidamente".
Do governador para o ministro:
-"Movimento sísmico sufocado. Epicedntro e mais três revoltosos fuzilados. Grande manifestação patriótica".
Este episódio passou-se numa república da América Central, entre um ministro e um governador, que trocaram os seguintes telegramas:
Do ministro para o governador:
-"Anuncia-se um movimento sísmico com epicentro no território sob a sua jurisdição. Tome todas as precauções e, em caso de necessidade, actue rapidamente".
Do governador para o ministro:
-"Movimento sísmico sufocado. Epicedntro e mais três revoltosos fuzilados. Grande manifestação patriótica".
segunda-feira, novembro 29, 2004
Ucrânia

Growing pressure for a fresh vote
(From The Economist Global Agenda)
"As Ukraine's supreme court begins hearing the opposition's accusations of widespread fraud in the presidential election, pressure is growing for a new vote to be held - this time, a clean one."
O artigo completo pode ser visto em Ukraine
Constituição Europeia
Certamente que nos tempos presentes um dos temas mais quentes para os cidadãos, deveria ser o referendo para a Constituição Europeia. Claro que existem outros de igual importância, esses que são inerentes ao dia-a-dia da nossa vivência e que para os quais ao longo dos tempos foram sendo encontradas soluções, algumas com sucesso, outras nem tanto.
Já muito tem sido escrito e dito sobre as razões da orientação a tomar sobre este tema que deve ser largamente abordado em todas as suas implicações para que os cidadãos, em consciência, saibam para que lado devem seguir. E gostaria de apontar para o texto do Doutor Vidal Moreira recentemente publicado no 'Público' e que pode ser visto também em Aba da Causa, com o título 'Uma Constituição para os Cidadãos Europeus'
Já muito tem sido escrito e dito sobre as razões da orientação a tomar sobre este tema que deve ser largamente abordado em todas as suas implicações para que os cidadãos, em consciência, saibam para que lado devem seguir. E gostaria de apontar para o texto do Doutor Vidal Moreira recentemente publicado no 'Público' e que pode ser visto também em Aba da Causa, com o título 'Uma Constituição para os Cidadãos Europeus'
domingo, novembro 28, 2004
Constituição Europeia
Não à Constituição Europeia
Lemos com interesse o artigo 'Não à Constituição Europeia', na página OPINIÃO, do Expresso, de João Ferreira do Amaral, Professor Catedrático do ISEG, apresentando e defendendo as três razões principais para a rejeição, no seu entender, da Constituição Europeia.
Lemos com interesse o artigo 'Não à Constituição Europeia', na página OPINIÃO, do Expresso, de João Ferreira do Amaral, Professor Catedrático do ISEG, apresentando e defendendo as três razões principais para a rejeição, no seu entender, da Constituição Europeia.
Paises visitados
O mapa indica os paises por nós já visitados ao longo dos anos....

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sábado, novembro 27, 2004
Outras frases
Dos candidatos a bastonário da Ordem dos Advogados:
ROGÉRIO ALVES - "A Justiça é lenta, cara e formalista"
ANTÓNIO MARINHO - "Fiz o disgnóstico certo da Justiça"
JOÃO CORREIA - "a lei do apoio judiciário não é justa"
e outras:
"Já faltava o contraditório e agora falta a eleição de comentadores" - Alfredo Barroso, in Expresso
"Ninguém fiscaliza os componentes do tabaco comercializado em Portugal" - em artigo de Margarida Cardoso, in Expresso (27/11/2004)
"Enganei-me. Não só Portas foi irrepreensível na coligação, como os ministros do PP foram os mais estáveis" - Duarte Lima, in Expresso
"Sou a grande cabeça do futebol na Europa" - José Mourinho, treinador do Chelsea
"Dizer bem do actual Governo é praticamente proibido" - in Editorial do Expresso
"Uma Central que se preze não tem lei orgânica nem visa aprovação" - 'Comendador Marques de Correia', in Expresso
"A 'setinha' de Santana continua virada para baixo, porque esta semana o candidato presidencial do PSD passou à oposição" - Vasco Pulido Valente, colunista, in Público
"...batalhas como as de Fallujah relembram que, como em todas as guerras, a vitória absoluta pertence à morte." Hermínio Santos, in Diário Digital, 'Infantaria'
ROGÉRIO ALVES - "A Justiça é lenta, cara e formalista"
ANTÓNIO MARINHO - "Fiz o disgnóstico certo da Justiça"
JOÃO CORREIA - "a lei do apoio judiciário não é justa"
e outras:
"Já faltava o contraditório e agora falta a eleição de comentadores" - Alfredo Barroso, in Expresso
"Ninguém fiscaliza os componentes do tabaco comercializado em Portugal" - em artigo de Margarida Cardoso, in Expresso (27/11/2004)
"Enganei-me. Não só Portas foi irrepreensível na coligação, como os ministros do PP foram os mais estáveis" - Duarte Lima, in Expresso
"Sou a grande cabeça do futebol na Europa" - José Mourinho, treinador do Chelsea
"Dizer bem do actual Governo é praticamente proibido" - in Editorial do Expresso
"Uma Central que se preze não tem lei orgânica nem visa aprovação" - 'Comendador Marques de Correia', in Expresso
"A 'setinha' de Santana continua virada para baixo, porque esta semana o candidato presidencial do PSD passou à oposição" - Vasco Pulido Valente, colunista, in Público
"...batalhas como as de Fallujah relembram que, como em todas as guerras, a vitória absoluta pertence à morte." Hermínio Santos, in Diário Digital, 'Infantaria'
Outras Verdades
Tendo sido visitado por este blog, repoduzo um pqueno post que considero bastante oportuno, independente de qualquer intenção de colagem, e que pode ser visto em Burton Front
"We are living in the knowledge era but knowledge without wisdom is another form of ignorance. This forum will demand wisdom from our political, business and social leaders.
Protestors Use 100,000 Lies to Make Point
If you are one of those persons that relies on the mainstream media for news, you are ill informed. The current leftist propaganda tool is fake statistics and the mainstream media are a willing accomplice to the charade.
Organizers planning the anti-Bush rally in Ottawa and Halifax are doing their best to flood the media with untruths and fake stats about 100,000 Iraqis killed in the war. The most hysterical usage of the 100,000 dead Iraqi stat is from the spokeswoman of the Halifax Peace Coalition. She said that 100,000 Iraqis were slaughtered by US troops. If she was truthful, she would admit that the figure was invented by a fellow leftist working to harm George W. Bush's re-election bid. But, as the old adage goes, tell a lie often enough, people will start to believe it's true.
There is a huge statistic that is ignored by the the 'peace' protesters; hundreds of mass graves filled with at least 400,000 men, women and children murdered by Saddam Hussein's regime. Warning: Graphic pictures!
Truth is not important to those that opposed the war in Iraq, nor is liberty. When is the last time we saw thousands demonstrate against the brutal dictators of the world? Never is the answer.
When the media broadcast the image of 100,000 burning candles in Ottawa, I will know that each candle represents an obsession with lies, damn lies and statistics. I will also remember that I can't trust any of the protesters to protect me or my family from evil.
"Liars ought to have good memories." - Sidney Algernon
"We are living in the knowledge era but knowledge without wisdom is another form of ignorance. This forum will demand wisdom from our political, business and social leaders.
Protestors Use 100,000 Lies to Make Point
If you are one of those persons that relies on the mainstream media for news, you are ill informed. The current leftist propaganda tool is fake statistics and the mainstream media are a willing accomplice to the charade.
Organizers planning the anti-Bush rally in Ottawa and Halifax are doing their best to flood the media with untruths and fake stats about 100,000 Iraqis killed in the war. The most hysterical usage of the 100,000 dead Iraqi stat is from the spokeswoman of the Halifax Peace Coalition. She said that 100,000 Iraqis were slaughtered by US troops. If she was truthful, she would admit that the figure was invented by a fellow leftist working to harm George W. Bush's re-election bid. But, as the old adage goes, tell a lie often enough, people will start to believe it's true.
There is a huge statistic that is ignored by the the 'peace' protesters; hundreds of mass graves filled with at least 400,000 men, women and children murdered by Saddam Hussein's regime. Warning: Graphic pictures!
Truth is not important to those that opposed the war in Iraq, nor is liberty. When is the last time we saw thousands demonstrate against the brutal dictators of the world? Never is the answer.
When the media broadcast the image of 100,000 burning candles in Ottawa, I will know that each candle represents an obsession with lies, damn lies and statistics. I will also remember that I can't trust any of the protesters to protect me or my family from evil.
"Liars ought to have good memories." - Sidney Algernon
Napa Valley - California
Come in and taste
"A family visit to working farms in the emerging Central Coast wine region brings many pleasures of the land.
A reputation as the new Napa Valley is drawing wine drinkers here, but with two boys in tow, my husband and I found other reasons to visit one recent weekend. Reasons like garbage.
A class on holiday table décor I had registered for at Sycamore Farms, the popular herb grower and tasting room, had been canceled, so I shifted to a session on composting. Yes, composting. Funny thing was, the workshop turned out to be interesting, one of several pleasant surprises during our family weekend on the farms of Paso Robles and Templeton.
We crawled north out of Los Angeles through Friday evening rush hour, stopping for dinner in busy downtown Ventura at the Anacapa Brewing Co. My salad — greens with oranges and a spicy dressing topped with grilled salmon — was good, and the boys loved their fish and chips. Most of all we liked the snappy attitude of the place, as in its slogan: "Save the ales, drink more beer."
We arrived late Friday night at Carriage Vineyards Bed & Breakfast in Templeton and found a two-story mushroom-colored house with two guest rooms and two suites. A note taped to the door offered us tea and snacks in the kitchen. Our hosts were very thoughtful, also providing books and games, a list of places to eat and visit and, best of all, the run of their 100-acre ranch. There was even a warning card about poison oak.
Though I shushed our boys as they climbed into a high double bed, I didn't need to. We had the whole place to ourselves.
Our suite had two bedrooms with a bathroom in between. Mitchell and I had a king-size bed, and both rooms had rockers. The décor fit the name: prints and models of carriages everywhere.
Bed-and-breakfasts can be annoying if you're looking for solitude but find yourself forced into friendly chatter in a stranger's home. Co-owner Larry Smyth struck just the right note on Saturday morning. After serving breakfast, he left us in peace after showing off his horse carriage collection in an adjacent building.
In one of those now-or-never moments, Larry and his wife, Diane, moved to Central California from Orange County in 2000 and opened their bed-and-breakfast two years later. Their horse carriage collection here totals 12, including two on loan. Most are about 100 years old. Galen, 9, and Sam, 11, were enchanted and began making up stories involving robbers, the living dead and other exciting characters. We had to drag them away.
Driving among vineyards full of red autumn leaves, with hawks soaring overhead, the boys volunteered from the back seat: "I'm so happy," and, "Me too."
Me too. It was a glorious fall morning, and we meandered through Templeton. We found centerpieces for our Thanksgiving table — beautiful and exotic pumpkins — and a few snacks at the Templeton Farmers Market, held Saturday mornings at a park in the middle of a town holding fast to its cowboy heritage.
Our sons made a beeline for the playground. I had the Sycamore Farms' seminar on biodynamic composting, the organic system the farm uses in its herb gardens and vineyards. A big appeal of this compost: no turning required.
"Boring," Galen declared. "Why do you want to go to a class to learn about decomposing food?"
Why not? Whether you have a tiny city garden (like me) or 6 acres (like one of my classmates), everyone has garbage that can be turned into rich soil. Biodynamic farming is based on a philosophy some might consider New Age and involves moon cycles and such, but our instructor, Bruce Shomler, said, "It really works."
While my husband and our boys went to the free Pioneer Museum in Paso Robles, a place full of frontier artifacts, including hundreds of types of barbed wire, I got my hands dirty with the composting class.
Sycamore's year-round classes cover other gardening topics, plus cooking, soap making and other crafts. I was amused by my session, able to ask lots of questions, even sample arugula and lemongrass growing nearby. By the end of the two-hour class, armed with Shomler's tips and his offer to field questions by phone, my classmates seemed ready to go forth and compost too.
The countryside of the Central Coast is thick with wineries — nearly three dozen in one Paso Robles tourist guide, most of them with signs out front practically begging passersby to come in and taste. Visitors easily could spend days doing nothing else. When I reminded my husband that this was not a wine-tasting trip, he looked so crestfallen that we made two quick stops: Bonny Doon's tasting counter at Sycamore Farms and Turley in Templeton, where Mitchell tasted a sublime Petite Syrah.
We also wandered around Paso Robles, a town of 28,000 where damage from a deadly earthquake last year remains evident in the scaffolding and empty spaces downtown.
Paso Robles is not just growing, it's growing hipper, with chic restaurants and shops. But its small-town, turn-of-the-century charm remains: When we showed up at Dan's Economy Tire two hours past closing time, owner Dan Ozar replaced our two bad tires and even insisted on checking the spare.
Dinner at the 10th Street Vineyard Café in San Miguel made us feel as though we had been invited to a terrific party. Three nights a week, Caren and Dallas Holt turn their 46-seat cafe into a Basque and French feast, served family-style at long tables. There is just one seating, 7 p.m., and reservations are strongly recommended.
Wearing red berets and banging a wooden spoon on a pot lid for attention, the Holts gave a preview of our dishes.
First course was tapas: pickled vegetables, stuffed mushrooms, chicken and olives. A creamy pumpkin soup followed. Then migas ("crumbs" in Spanish), a down-home dish of bread, ham, saffron and garlic made from a Holt family recipe. While we were eating, Dallas introduced everyone to the bota bag, a suede wine bag that was tipped so a stream of wine hit the back of the mouth without dripping onto clothing.
There was more: salad, roast chicken and carrots, a wonderful lamb in a Merlot sauce with potatoes, sherbet with champagne. And everyone shared a birthday cake for one of the guests. Our party lasted nearly three hours.
We moved slowly on Sunday morning, starting with a breakfast of ham and egg crepes, yogurt and granola, and apple muffins. Then we wandered the Smyths' property, through olive groves and vineyards, accompanied by their loping, friendly dogs, Sutton and Soda. It's a working farm, and our urban boys were charmed by the barns, the horses and bulls, and trees with olive-laden branches.
We periodically worried about rain, but for no good reason. It didn't start until we were headed home, south on the 101, passing Pismo Beach. Even the close of our weekend was a reward: Double rainbows appeared in front of us". - By Mary MacVean, Times Staff Writer
"A family visit to working farms in the emerging Central Coast wine region brings many pleasures of the land.
A reputation as the new Napa Valley is drawing wine drinkers here, but with two boys in tow, my husband and I found other reasons to visit one recent weekend. Reasons like garbage.
A class on holiday table décor I had registered for at Sycamore Farms, the popular herb grower and tasting room, had been canceled, so I shifted to a session on composting. Yes, composting. Funny thing was, the workshop turned out to be interesting, one of several pleasant surprises during our family weekend on the farms of Paso Robles and Templeton.
We crawled north out of Los Angeles through Friday evening rush hour, stopping for dinner in busy downtown Ventura at the Anacapa Brewing Co. My salad — greens with oranges and a spicy dressing topped with grilled salmon — was good, and the boys loved their fish and chips. Most of all we liked the snappy attitude of the place, as in its slogan: "Save the ales, drink more beer."
We arrived late Friday night at Carriage Vineyards Bed & Breakfast in Templeton and found a two-story mushroom-colored house with two guest rooms and two suites. A note taped to the door offered us tea and snacks in the kitchen. Our hosts were very thoughtful, also providing books and games, a list of places to eat and visit and, best of all, the run of their 100-acre ranch. There was even a warning card about poison oak.
Though I shushed our boys as they climbed into a high double bed, I didn't need to. We had the whole place to ourselves.
Our suite had two bedrooms with a bathroom in between. Mitchell and I had a king-size bed, and both rooms had rockers. The décor fit the name: prints and models of carriages everywhere.
Bed-and-breakfasts can be annoying if you're looking for solitude but find yourself forced into friendly chatter in a stranger's home. Co-owner Larry Smyth struck just the right note on Saturday morning. After serving breakfast, he left us in peace after showing off his horse carriage collection in an adjacent building.
In one of those now-or-never moments, Larry and his wife, Diane, moved to Central California from Orange County in 2000 and opened their bed-and-breakfast two years later. Their horse carriage collection here totals 12, including two on loan. Most are about 100 years old. Galen, 9, and Sam, 11, were enchanted and began making up stories involving robbers, the living dead and other exciting characters. We had to drag them away.
Driving among vineyards full of red autumn leaves, with hawks soaring overhead, the boys volunteered from the back seat: "I'm so happy," and, "Me too."
Me too. It was a glorious fall morning, and we meandered through Templeton. We found centerpieces for our Thanksgiving table — beautiful and exotic pumpkins — and a few snacks at the Templeton Farmers Market, held Saturday mornings at a park in the middle of a town holding fast to its cowboy heritage.
Our sons made a beeline for the playground. I had the Sycamore Farms' seminar on biodynamic composting, the organic system the farm uses in its herb gardens and vineyards. A big appeal of this compost: no turning required.
"Boring," Galen declared. "Why do you want to go to a class to learn about decomposing food?"
Why not? Whether you have a tiny city garden (like me) or 6 acres (like one of my classmates), everyone has garbage that can be turned into rich soil. Biodynamic farming is based on a philosophy some might consider New Age and involves moon cycles and such, but our instructor, Bruce Shomler, said, "It really works."
While my husband and our boys went to the free Pioneer Museum in Paso Robles, a place full of frontier artifacts, including hundreds of types of barbed wire, I got my hands dirty with the composting class.
Sycamore's year-round classes cover other gardening topics, plus cooking, soap making and other crafts. I was amused by my session, able to ask lots of questions, even sample arugula and lemongrass growing nearby. By the end of the two-hour class, armed with Shomler's tips and his offer to field questions by phone, my classmates seemed ready to go forth and compost too.
The countryside of the Central Coast is thick with wineries — nearly three dozen in one Paso Robles tourist guide, most of them with signs out front practically begging passersby to come in and taste. Visitors easily could spend days doing nothing else. When I reminded my husband that this was not a wine-tasting trip, he looked so crestfallen that we made two quick stops: Bonny Doon's tasting counter at Sycamore Farms and Turley in Templeton, where Mitchell tasted a sublime Petite Syrah.
We also wandered around Paso Robles, a town of 28,000 where damage from a deadly earthquake last year remains evident in the scaffolding and empty spaces downtown.
Paso Robles is not just growing, it's growing hipper, with chic restaurants and shops. But its small-town, turn-of-the-century charm remains: When we showed up at Dan's Economy Tire two hours past closing time, owner Dan Ozar replaced our two bad tires and even insisted on checking the spare.
Dinner at the 10th Street Vineyard Café in San Miguel made us feel as though we had been invited to a terrific party. Three nights a week, Caren and Dallas Holt turn their 46-seat cafe into a Basque and French feast, served family-style at long tables. There is just one seating, 7 p.m., and reservations are strongly recommended.
Wearing red berets and banging a wooden spoon on a pot lid for attention, the Holts gave a preview of our dishes.
First course was tapas: pickled vegetables, stuffed mushrooms, chicken and olives. A creamy pumpkin soup followed. Then migas ("crumbs" in Spanish), a down-home dish of bread, ham, saffron and garlic made from a Holt family recipe. While we were eating, Dallas introduced everyone to the bota bag, a suede wine bag that was tipped so a stream of wine hit the back of the mouth without dripping onto clothing.
There was more: salad, roast chicken and carrots, a wonderful lamb in a Merlot sauce with potatoes, sherbet with champagne. And everyone shared a birthday cake for one of the guests. Our party lasted nearly three hours.
We moved slowly on Sunday morning, starting with a breakfast of ham and egg crepes, yogurt and granola, and apple muffins. Then we wandered the Smyths' property, through olive groves and vineyards, accompanied by their loping, friendly dogs, Sutton and Soda. It's a working farm, and our urban boys were charmed by the barns, the horses and bulls, and trees with olive-laden branches.
We periodically worried about rain, but for no good reason. It didn't start until we were headed home, south on the 101, passing Pismo Beach. Even the close of our weekend was a reward: Double rainbows appeared in front of us". - By Mary MacVean, Times Staff Writer
Frases políticas
"Por interesse próprio e por dever patriótico cabe às elites profissionais contribuirem para que na vida partidária portuguesa os políticos competentes possam afastar os incompetentes." - A Cavaco Silva , professor, ex-primeiro-mistro, in Expresso
"Eu não invento números. A Comissão da UE publicou provisões até 2006 e está lá escrito que Portugal continuará a empobrecer até esse ano." - Idem, Lusa
"Carmona Rodrigues é uma excelente pessoa, mas não ganha nem a sua Junta de Freguesia" - Luís Filipe Menezes, Presidente CMVNG, in Expresso
"Eu não invento números. A Comissão da UE publicou provisões até 2006 e está lá escrito que Portugal continuará a empobrecer até esse ano." - Idem, Lusa
"Carmona Rodrigues é uma excelente pessoa, mas não ganha nem a sua Junta de Freguesia" - Luís Filipe Menezes, Presidente CMVNG, in Expresso
quinta-feira, novembro 25, 2004
Prémio na Blogosfera
Ao comemorar o 136º aniversário, o jornal "O Primeiro de Janeiro" distinguiu o autor do blogue "Abrupto", o Doutor José Pacheco Pereira, com o Prémio Inovação.
Além dos conteúdos riquissimos que são sempre estimulantes, variados e valiosos, independentemente de correntes ideológicas, temos através dele aprendido e apreendido bastante, incluindo aspectos da tecnologia da informação, em que temos sido motivado a perceber soluções.
Ficamos também a saber pela notícia lida no "Público" que este Blogue já teve como pico máximo 13 mil visitas diárias. É extraordinário!
Ao autor do "Abrupto", os nossos sinceros parabéns e que continue a brindar-nos com os seus oportunos e muitas vezes incisivos 'Posts'.
Além dos conteúdos riquissimos que são sempre estimulantes, variados e valiosos, independentemente de correntes ideológicas, temos através dele aprendido e apreendido bastante, incluindo aspectos da tecnologia da informação, em que temos sido motivado a perceber soluções.
Ficamos também a saber pela notícia lida no "Público" que este Blogue já teve como pico máximo 13 mil visitas diárias. É extraordinário!
Ao autor do "Abrupto", os nossos sinceros parabéns e que continue a brindar-nos com os seus oportunos e muitas vezes incisivos 'Posts'.
A Verdade II
Estão estabelecidas três grandes distinções.
Verdades analíticas e sintéticas, verdades necessarias e contingentes e ainda verdades a priori e a posteriori
analítica – somente verdade em virtude do seu significado
sintética – somente no cado de não ser analítica
necessáraia – não pode ter sido falsa
a priori – aquela que é conhecida independentemente da experiência, ou sem empírica evidência
a posteriori – conhecida na base da experiência.
Ver resumo das publicações
Necessary Truths, de Alex Byrne e Ned Hall, da Princeton University Press
Verdades analíticas e sintéticas, verdades necessarias e contingentes e ainda verdades a priori e a posteriori
analítica – somente verdade em virtude do seu significado
sintética – somente no cado de não ser analítica
necessáraia – não pode ter sido falsa
a priori – aquela que é conhecida independentemente da experiência, ou sem empírica evidência
a posteriori – conhecida na base da experiência.
Ver resumo das publicações
Necessary Truths, de Alex Byrne e Ned Hall, da Princeton University Press
segunda-feira, novembro 22, 2004
A Verdade
Nos últimos tempos muita gente tem dedicado a sua atenção à Verdade e na ânsia de encontrar o seu verdadeiro significado, ficámos verdadeiramente surpreendidos com o vasto leque de interpretações que essa palavra encerra consoante a sua origem.
Procurámos esclarecimentos e encontrámos algo como: - "Em grego, verdade diz-se aletheia, significando: não-oculto, não-escondido, não-dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, que é o encoberto, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o evidente ou o plenamente visível para a razão."
Mas o desenvolvimento extenso da palavra com todas as suas explicações filosóficas encontramos também no site que conseguimos pelo Link, que, com calma e paciência merece ser consultado pelos não especialistas na matéria.
De facto a simples palavra 'Verdade' é muito complicada de compreender ou fazer compreendê-la...
Procurámos esclarecimentos e encontrámos algo como: - "Em grego, verdade diz-se aletheia, significando: não-oculto, não-escondido, não-dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, que é o encoberto, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o evidente ou o plenamente visível para a razão."
Mas o desenvolvimento extenso da palavra com todas as suas explicações filosóficas encontramos também no site que conseguimos pelo Link, que, com calma e paciência merece ser consultado pelos não especialistas na matéria.
De facto a simples palavra 'Verdade' é muito complicada de compreender ou fazer compreendê-la...
Links
É sempre muito agradável quando encontramos noutros blogues links para o nosso espaço. O mundo português da blogosfera é vastissimo e dai existir como que um certo orgulho quando isso acontece, nesse imenso mundo em que alguém deu por nós.
Não posso pois deixar de agradecer a atenção dispensada também pelos seguintes blogues: Blog de Stand-Up Comedy, O Jumento, Erotismo na Cidade e Algarve Global.
Não posso pois deixar de agradecer a atenção dispensada também pelos seguintes blogues: Blog de Stand-Up Comedy, O Jumento, Erotismo na Cidade e Algarve Global.
domingo, novembro 21, 2004
Frases da semana
"Quem fala verdade nunca precisa de dizer "eu falo verdade" - José Pacheco Pereira , Professor
"A oposição a Pedro Santana Lopes e ao seu grupo não esteve fora do Congresso, mas sentada em frente dele a bater-lhe palmas" - Idem
"Os ministros falam duas vezes. A segunda é para explicarem o que queriam dizer na primeira. - Joaquim Letria, colunista
"Noventa por cento dos políticos dão má fama aos outros dez por cento" - Henry Kissinger, Conferencista, in Sábado
"'A Europa' não existe, é um ente fictício, que se convencionou tratar como realidade" - Vasco Pulido Valente, Colonista, in Diário de Notícias
"Santana Lopes é apreciado por muita gente. É o político português que mais votos tem dos cidadãos. O segundo, por acaso, sou eu..." - Luís Filipe Meneses, presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, in Diário de Notícias
"Portugal ficou uma república de financeiros e jornalistas" - Medeiros Ferreira, Professor universitário
"Vale a pena conhecer-me" - Paulo Portas, Presidente do CDS-PP
"Joguei futebol com Santana e Sampaio antes de entrar na política. Jogava à baliza e à frente. Íamos rodando" - Idem
"Este partido está comigo seja qual for o caminho que eu tenha que decidir" - Pedro Santana Lopes, Presidente do PSD
"A oposição a Pedro Santana Lopes e ao seu grupo não esteve fora do Congresso, mas sentada em frente dele a bater-lhe palmas" - Idem
"Os ministros falam duas vezes. A segunda é para explicarem o que queriam dizer na primeira. - Joaquim Letria, colunista
"Noventa por cento dos políticos dão má fama aos outros dez por cento" - Henry Kissinger, Conferencista, in Sábado
"'A Europa' não existe, é um ente fictício, que se convencionou tratar como realidade" - Vasco Pulido Valente, Colonista, in Diário de Notícias
"Santana Lopes é apreciado por muita gente. É o político português que mais votos tem dos cidadãos. O segundo, por acaso, sou eu..." - Luís Filipe Meneses, presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, in Diário de Notícias
"Portugal ficou uma república de financeiros e jornalistas" - Medeiros Ferreira, Professor universitário
"Vale a pena conhecer-me" - Paulo Portas, Presidente do CDS-PP
"Joguei futebol com Santana e Sampaio antes de entrar na política. Jogava à baliza e à frente. Íamos rodando" - Idem
"Este partido está comigo seja qual for o caminho que eu tenha que decidir" - Pedro Santana Lopes, Presidente do PSD
sábado, novembro 20, 2004
MoMA
Central de Comunicação
Jorge Sampaio chumba Central de Comunicação
"A Central de Comunicação que o Governo queria criar foi vetada pelo Presidente. De acordo com o jornal Expresso, Jorge Sampaio não vê vantagem na criação de um organismo "de publicitação da actividade do Governo".
A Central de Comunicação, aprovada pelo Governo no final de Setembro, ficaria na dependência de Morais Sarmento.
Os dois milhões de euros que iria custar deveriam sair do orçamento do Ministério do Estado e da Presidência.
Às críticas da oposição de que se trataria de um órgão de propaganda governamental, pago com o dinheiro dos contribuintes, o ministro apressou-se a explicar que o objectivo era apenas tornar perceptível a mensagem, a acção e as decisões do Governo.
Mais, disse Morais Sarmento, enquanto noutros países estruturas semelhantes chegam a ser formadas por 200 funcionários, a central portuguesa iria ter apenas cerca de 30.
Argumentos que não convenceram a oposição e, sabe-se agora, nem o Presidente.
Depois da polémica em torno das pressões governamentais sobre a comunicação social, o chefe de Estado deixa um sinal claro.
A participação dos cidadãos na vida política, diz Sampaio, deve ser obtida através da preservação e incentivo do pluralismo e não da criação de um novo serviço administrativo de publicitação da actividade do Governo.
E além de chumbar o diploma, Sampaio remata dizendo que não há défice, antes excesso de presença estatal e governamental nos meios de comunicação em Portugal." - in SIC Online
"A Central de Comunicação que o Governo queria criar foi vetada pelo Presidente. De acordo com o jornal Expresso, Jorge Sampaio não vê vantagem na criação de um organismo "de publicitação da actividade do Governo".
A Central de Comunicação, aprovada pelo Governo no final de Setembro, ficaria na dependência de Morais Sarmento.
Os dois milhões de euros que iria custar deveriam sair do orçamento do Ministério do Estado e da Presidência.
Às críticas da oposição de que se trataria de um órgão de propaganda governamental, pago com o dinheiro dos contribuintes, o ministro apressou-se a explicar que o objectivo era apenas tornar perceptível a mensagem, a acção e as decisões do Governo.
Mais, disse Morais Sarmento, enquanto noutros países estruturas semelhantes chegam a ser formadas por 200 funcionários, a central portuguesa iria ter apenas cerca de 30.
Argumentos que não convenceram a oposição e, sabe-se agora, nem o Presidente.
Depois da polémica em torno das pressões governamentais sobre a comunicação social, o chefe de Estado deixa um sinal claro.
A participação dos cidadãos na vida política, diz Sampaio, deve ser obtida através da preservação e incentivo do pluralismo e não da criação de um novo serviço administrativo de publicitação da actividade do Governo.
E além de chumbar o diploma, Sampaio remata dizendo que não há défice, antes excesso de presença estatal e governamental nos meios de comunicação em Portugal." - in SIC Online
sexta-feira, novembro 19, 2004
Constituição Europeia
"Concorda com a Carta de Direitos Fundamentais, a regra das votações por maioria qualificada e o novo quadro institucional da União Europeia, nos termos constantes da Constituição para a Europa?"
Em face da pergunta acima acordada, ficamos na dúvida se vamos votar a Carta de Direitos Fundamentais ou se é no seu conjunto a Constituição Europeia.
Sendo um cidadão comum, de cultura 'talvez' mediana, ficamos sem saber para que lado nos devemos virar, e certamente outros cidadãos encontar-se-ão no mesmo dilema neste importante assunto que a todos devia interessar.
Seria no mínimo necessário e inteligente que aquela pergunta tivesse sido sujeita a uma simulação para se saber o grau de compreensão da mesma pelas várias camadas do Povo Português.
Qualquer estudo de mercado qualitativo utiliza o método da simulação para obter os índices de compreensão que, aos entendidos é claro como a água, mas não àqueles que não abarcam horizontes tão largos.
Certamente que será feita uma divulgação alargada dos objectivos e conteúdo da frase, em tempo, para que tudo resulte da melhor forma e todos nós possamos votar em consciência.
Em face da pergunta acima acordada, ficamos na dúvida se vamos votar a Carta de Direitos Fundamentais ou se é no seu conjunto a Constituição Europeia.
Sendo um cidadão comum, de cultura 'talvez' mediana, ficamos sem saber para que lado nos devemos virar, e certamente outros cidadãos encontar-se-ão no mesmo dilema neste importante assunto que a todos devia interessar.
Seria no mínimo necessário e inteligente que aquela pergunta tivesse sido sujeita a uma simulação para se saber o grau de compreensão da mesma pelas várias camadas do Povo Português.
Qualquer estudo de mercado qualitativo utiliza o método da simulação para obter os índices de compreensão que, aos entendidos é claro como a água, mas não àqueles que não abarcam horizontes tão largos.
Certamente que será feita uma divulgação alargada dos objectivos e conteúdo da frase, em tempo, para que tudo resulte da melhor forma e todos nós possamos votar em consciência.
quinta-feira, novembro 18, 2004
Frases políticas
"A um Orçamento de rigor e sacrifício sucede um Orçamento de rigor e esperança" - Pedro Santana Lopes, P-M
"...este Orçamento prevê o aumento das pensões, prevê a subida dos salários da função pública, prevê a descida dos impostos para a maioria das famílias portuguesas sem afectar a receita fiscal, num quadro de inflação controlada." - Idem
"É totalmente irresponsável, é demagógico e é uma aventura perigosa querer baixar os impostos sobre os rendimentos." - José Sócrates , Secretário-Geral do P. Socialista
"O Governo abandona a obsessão do défice para abraçar uma nova obsessão: a obsessão eleitoral." - Idem
"O país não é uma quinta de celebridades, quer ela se realize na tal quinta, quer se realize no barco da Marinha com as celebridades do Governo." - Carlos Carvalhas, Secretário-Geral do PCP
"O PSD quer salvar uma hipótese de futuro para além de Santana e o PP quer simplesmente salvar a vida." - Vasco Polido Valente, in Público
"...este Orçamento prevê o aumento das pensões, prevê a subida dos salários da função pública, prevê a descida dos impostos para a maioria das famílias portuguesas sem afectar a receita fiscal, num quadro de inflação controlada." - Idem
"É totalmente irresponsável, é demagógico e é uma aventura perigosa querer baixar os impostos sobre os rendimentos." - José Sócrates , Secretário-Geral do P. Socialista
"O Governo abandona a obsessão do défice para abraçar uma nova obsessão: a obsessão eleitoral." - Idem
"O país não é uma quinta de celebridades, quer ela se realize na tal quinta, quer se realize no barco da Marinha com as celebridades do Governo." - Carlos Carvalhas, Secretário-Geral do PCP
"O PSD quer salvar uma hipótese de futuro para além de Santana e o PP quer simplesmente salvar a vida." - Vasco Polido Valente, in Público
terça-feira, novembro 16, 2004

Condolleeza Rice
___ Biography ___
Date of Birth: November 14, 1954
Career Highlights: National security adviser (under President George W. Bush); Stanford University's provost; teacher of political science at Stanford University; director/senior director, Soviet and East European Affairs, National Security Council (under former president George H.W. Bush); special assistant to the director of the Joint Chiefs of Staff; fellow of the Hoover Institution; member of the Center for International Security and Arms Control; senior fellow of the Institute for International Studies
Education: University of Denver, Bachelor of Arts in political science; University of Notre Dame, Master of Arts; University of Denver, Ph.D.
Family: Single
Bush to Name Rice Secretary of State
Condoleeza Rice will be named secretary of state By Mike Allen - Washington Post
"National security adviser Condoleeza Rice will be named secretary of state as early as today, according to administration officials.
She will replace Colin L. Powell, who announced his resignation yesterday, ending four years of battles with Vice President Cheney and Defense Secretary Donald H. Rumsfeld over the course of U.S. foreign policy.
Rice will be replaced by her deputy, Stephen J. Hadley, administration officials said.
Powell's deputy and close friend, Richard L. Armitage, also is leaving the State Department.
Republican officials said the selection of Rice reflects Bush's determination to take personal control of the government in a second term, especially departments and agencies that he felt had undermined him in the first four years.
Powell's departure is also a victory for conservatives, removing the administration's most forceful advocate for negotiations and multilateral engagement on such issues as Middle East peace and curbing nuclear activities in Iran and North Korea.
A White House official said Powell, who helped persuade Bush to seek approval from the United Nations before invading Iraq, indicated to the president weeks or months before Nov. 2 that he planned to leave soon after the election.
But one government official with personal knowledge of the situation said Powell had second thoughts and had prepared a list of conditions under which he would be willing to stay. They included greater engagement with Iran and a harder line with Israeli Prime Minister Ariel Sharon."
"National security adviser Condoleeza Rice will be named secretary of state as early as today, according to administration officials.
She will replace Colin L. Powell, who announced his resignation yesterday, ending four years of battles with Vice President Cheney and Defense Secretary Donald H. Rumsfeld over the course of U.S. foreign policy.
Rice will be replaced by her deputy, Stephen J. Hadley, administration officials said.
Powell's deputy and close friend, Richard L. Armitage, also is leaving the State Department.
Republican officials said the selection of Rice reflects Bush's determination to take personal control of the government in a second term, especially departments and agencies that he felt had undermined him in the first four years.
Powell's departure is also a victory for conservatives, removing the administration's most forceful advocate for negotiations and multilateral engagement on such issues as Middle East peace and curbing nuclear activities in Iran and North Korea.
A White House official said Powell, who helped persuade Bush to seek approval from the United Nations before invading Iraq, indicated to the president weeks or months before Nov. 2 that he planned to leave soon after the election.
But one government official with personal knowledge of the situation said Powell had second thoughts and had prepared a list of conditions under which he would be willing to stay. They included greater engagement with Iran and a harder line with Israeli Prime Minister Ariel Sharon."
Europa chega à Lua
Sonda SMART 1 faz cartografia do satélite
"A primeira sonda lunar europeia, SMART-1, colocou-se na noite passada, como previsto, numa órbita em torno da Lua, anunciou hoje fonte da Agência Espacial Europeia (ESA).
A sonda SMART-1, cuja missão é cartografar a topografia e a composição mineralógica do satélite natural da Terra, foi lançada há 13 meses por um foguetão Ariane 5.
A órbita da SMART-1, que se encontra a uma distância de entre cinco mil e seis mil quilómetros da Lua, será modificada nos próximos quatro dias. Após uma série de manobras, a sonda europeia descerá progressivamente até à sua órbita de trabalho a 13 de Janeiro de 2005.
A SMART 1, que não pousará na Lua, ficará a operar numa órbita que distará 300 quilómetros do pólo Sul e três mil quilómetros do pólo Norte.
A entrada em órbita lunar da SMART 1 assinala o fim e o êxito da missão tecnológica da sonda, que permitiu à Europa testar um sistema de propulsão baseado num motor iónico.
Esse motor funcionou durante mais de 3.300 horas e permitiu cobrir uma distância de cerca de 78 milhões de quilómetros com apenas 52 quilogramas de combustível.
A SMART 1 abre caminho a futuras missões de longa duração no interior do sistema solar que precisam de muita energia, sublinham os responsáveis da missão." - in SIC Online
"A primeira sonda lunar europeia, SMART-1, colocou-se na noite passada, como previsto, numa órbita em torno da Lua, anunciou hoje fonte da Agência Espacial Europeia (ESA).
A sonda SMART-1, cuja missão é cartografar a topografia e a composição mineralógica do satélite natural da Terra, foi lançada há 13 meses por um foguetão Ariane 5.
A órbita da SMART-1, que se encontra a uma distância de entre cinco mil e seis mil quilómetros da Lua, será modificada nos próximos quatro dias. Após uma série de manobras, a sonda europeia descerá progressivamente até à sua órbita de trabalho a 13 de Janeiro de 2005.
A SMART 1, que não pousará na Lua, ficará a operar numa órbita que distará 300 quilómetros do pólo Sul e três mil quilómetros do pólo Norte.
A entrada em órbita lunar da SMART 1 assinala o fim e o êxito da missão tecnológica da sonda, que permitiu à Europa testar um sistema de propulsão baseado num motor iónico.
Esse motor funcionou durante mais de 3.300 horas e permitiu cobrir uma distância de cerca de 78 milhões de quilómetros com apenas 52 quilogramas de combustível.
A SMART 1 abre caminho a futuras missões de longa duração no interior do sistema solar que precisam de muita energia, sublinham os responsáveis da missão." - in SIC Online
segunda-feira, novembro 15, 2004
Good Jokes
Com a ajuda de Vikramhd.blogspot, aqui ficam as anedotas ali encontradas....
"Good Jokes ......
Customer : Waiter, do you serve crabs?
Waiter : Please sit down sir, we serve everyone.
Customer : Waiter, is this a lamb chop or pork chop?
Waiter : Can't you tell the difference by taste?
Customer : No, I can't.
Waiter : Then does it really matter?
Customer : Waiter, there's a dead beetle in my soup.
Waiter : Yes sir, they are not very good swimmers.
Customer : Waiter, there's a fly in my soup.
Waiter : That's all right sir, he won't drink much.
Customer : Waiter, there's a fly swimming in my soup.
Waiter : So what do you expect me to do, call a lifeguard?
Customer : Waiter, this soup tastes funny.
Waiter : Funny? But then why aren't you laughing?
Lady : Is this my train?
Station Master : No, it belongs to the Railway Company.
Lady : Don't try to be funny. I mean to ask if I can
take this train to New Delhi.
Station Master : No Madam, I'm afraid it's too heavy.
Teacher : Peter, why are you late for school again?
Peter : Well, Miss, I dreamed that I was playing football
and the game went into extra time.
Wife : Do you want dinner?
Husband : Sure, what are my choices?
Wife : Yes and no.
Customer : If I post this letter tonight, will it get to Delhi in two days time?
Post Master : Yes sir, it definitely will.
Customer : I bet you, it won't.
Post Master : Why not?
Customer : It's addressed to Mumbai.
An absent-minded man went to see a psychiatrist.
'My trouble is,' he said, 'that I keep forgetting things.'
'How long has this been going on?' asked the psychiatrist.
'How long has what been going on?' said the man.
Girl : Do you love me?
Boy : Yes Dear.
Girl : Would you die for me?
Boy : No, mine is undying love.
1st thief : Oh ! The police is here. Quick! Jump out of the window!
2nd thief : But this is the 13th floor.
1st thief : Hurry! this is no time for superstitions.
Man : How old is your father?
Boy : As old as me.
Man : How can that be?
Boy : He became a father only when I was born.
Teacher : Correct the sentence, "A bull and a cow is grazing in the field"
Student : A cow and a bull is grazing in the field
Teacher : How?
Student : Ladies first.
Waiter : I've stewed liver, boiled tongue and frog's leg.
Customer : Don't tell me your problems. Give the menu card.
Little Susie came running into the house after school one day, shouting, "Daddy! Daddy! I got a 100 in school today!"
"That's great, Sweetheart," said her daddy.
"Come in to the living room and tell me about it."
"Well," began the confession, "I got 50 in spelling, 30 in math's and 20 in science."
"Good Jokes ......
Customer : Waiter, do you serve crabs?
Waiter : Please sit down sir, we serve everyone.
Customer : Waiter, is this a lamb chop or pork chop?
Waiter : Can't you tell the difference by taste?
Customer : No, I can't.
Waiter : Then does it really matter?
Customer : Waiter, there's a dead beetle in my soup.
Waiter : Yes sir, they are not very good swimmers.
Customer : Waiter, there's a fly in my soup.
Waiter : That's all right sir, he won't drink much.
Customer : Waiter, there's a fly swimming in my soup.
Waiter : So what do you expect me to do, call a lifeguard?
Customer : Waiter, this soup tastes funny.
Waiter : Funny? But then why aren't you laughing?
Lady : Is this my train?
Station Master : No, it belongs to the Railway Company.
Lady : Don't try to be funny. I mean to ask if I can
take this train to New Delhi.
Station Master : No Madam, I'm afraid it's too heavy.
Teacher : Peter, why are you late for school again?
Peter : Well, Miss, I dreamed that I was playing football
and the game went into extra time.
Wife : Do you want dinner?
Husband : Sure, what are my choices?
Wife : Yes and no.
Customer : If I post this letter tonight, will it get to Delhi in two days time?
Post Master : Yes sir, it definitely will.
Customer : I bet you, it won't.
Post Master : Why not?
Customer : It's addressed to Mumbai.
An absent-minded man went to see a psychiatrist.
'My trouble is,' he said, 'that I keep forgetting things.'
'How long has this been going on?' asked the psychiatrist.
'How long has what been going on?' said the man.
Girl : Do you love me?
Boy : Yes Dear.
Girl : Would you die for me?
Boy : No, mine is undying love.
1st thief : Oh ! The police is here. Quick! Jump out of the window!
2nd thief : But this is the 13th floor.
1st thief : Hurry! this is no time for superstitions.
Man : How old is your father?
Boy : As old as me.
Man : How can that be?
Boy : He became a father only when I was born.
Teacher : Correct the sentence, "A bull and a cow is grazing in the field"
Student : A cow and a bull is grazing in the field
Teacher : How?
Student : Ladies first.
Waiter : I've stewed liver, boiled tongue and frog's leg.
Customer : Don't tell me your problems. Give the menu card.
Little Susie came running into the house after school one day, shouting, "Daddy! Daddy! I got a 100 in school today!"
"That's great, Sweetheart," said her daddy.
"Come in to the living room and tell me about it."
"Well," began the confession, "I got 50 in spelling, 30 in math's and 20 in science."
MoMA

Le bâtiment, dessiné par l'architecte japonais Yoshio Taniguchi, est le plus grand jamais réalisé dans l'histoire du MoMA. Il s'ouvre sur un jardin restauré et agrandi. Son architecture intérieure privilégie la lumière naturelle.
Le MoMA, musée du futur - Le Musée d'art moderne et contemporain rouvre ses portes samedi prochain après une métamorphose
de notre envoyée spéciale Valérie Duponchelle - Le Figaro
"Le bâtiment, dessiné par l'architecte japonais Yoshio Taniguchi, est le plus grand jamais réalisé dans l'histoire du MoMA. Il s'ouvre sur un jardin restauré et agrandi. Son architecture intérieure privilégie la lumière naturelle comme dans l'atrium, ci-dessous. F-111, énorme Rosenquist de 1964-1965 en 23 panneaux. (DR)
Le nouveau MoMA est arrivé. Et, avec ce géant de New York qui prétend tout simplement «avoir la plus importante collection d'art moderne et contemporain au niveau mondial», l'heure est venue de voir comment l'Amérique de l'après-11 septembre relève ce pari. Fidèle à son dynamisme de légende, comme Hollywood sûre de son effet Matrix, la voilà à pied d'oeuvre pour réinventer le musée, pour bousculer les idées reçues sur la chronologie établie des collections et rajeunir radicalement l'histoire de l'art.
Le nouveau MoMA commence le XXIe siècle avec l'art le plus contemporain, celui-là même que portent aux nues les enchères enfiévrées de New York. Il expose fièrement ses nouvelles acquisitions,les dernières pièces datent de 2003 avec le Sud-Africain William Kentridge ou l'Américaine d'origine éthiopienne Julie Mehretu, et remonte paisiblement le cours de ses chefs-d'oeuvre pour culminer au 5e étage avec Les Demoiselles d'Avignon, peintes par Picasso en 1907, achetées dès 1939 par un tout jeune MoMA, à peine âgé de dix ans. Une révolution pour l'oeil et pour l'esprit."
Para visitas virtuais www.moma.org
domingo, novembro 14, 2004
sexta-feira, novembro 12, 2004
After Yasser Arafat
What Next?
in The Wall Street Journal - by KHALIL SHIKAKI
November 12, 2004; Page A12
"RAMALLAH, West Bank -- As Palestinians and others contemplate life after Yasser Arafat, focus is likely to be placed on short-term consequences. There is a good reason for this: The Palestinians have known no other leader for three decades. Fears of anarchy and infighting, a collapse of the Palestinian Authority (PA), and an escalation in Palestinian-Israeli violence are likely to color people's assessment of the day after. But there is reason to believe the succession process could be non-violent. Indeed, it is not the next few weeks that one should worry about, but rather what happens six months down the road. With help from Israel, the U.S. and the international community, and -- first and foremost -- with national elections, Palestinians can make the post Arafat-era one of viable peace-making and state-building.
Arafat's passing due to illness, rather than violence, facilitates matters for those who have to share power after him. The Palestine Liberation Organization's legitimacy, its norms and rules, as well as the PA's Basic Law, are all likely to determine Palestinian choices in the short run. This means the consolidation of the set-up that emerged in the aftermath of Arafat's illness, with Mahmoud Abbas, former prime minister and No. 2 in the PLO hierarchy, taking control of the PLO and Fatah institutions, and Ahmed Qureia, the current PM, gaining greater control over the PA's finances, bureaucracy and security services. Rauhi Fattouh, the speaker, became interim president of the PA yesterday in accordance with the Basic Law, but he is too weak to play any role other than a ceremonial one. In the short run, however, it is doubtful that the whole transitional leadership will be able to translate its formal authority into real power.
Indeed, little policy change is likely in the near future; for now, no one will dare alter Arafat's path. But things could change if and when those replacing him gain confidence in a few months. This would be particularly true if the Israelis do not make things more difficult by continuing their assassination policy and incursions.
A transition phase is now underway. Those in charge are the old guard of nationalists, but the future will be shaped more by the nationalist young guard, and by Islamists who will begin to assert themselves. This could happen peacefully, as the old guard will be much weaker without Arafat. But transition could turn violent if the old guard insists on retaining power for long and if no progress is seen in the peace process. The Islamists will become bolder -- taking advantage of Arafat's absence, and thinking that a nationalist split will provide a chance to become the mainstream among the Palestinians. Yet if the old guard manages to move the peace process forward and hold national elections, say within six months, it may have a very good chance of forging a coalition with the next generation of nationalists and to weaken the Islamists. But without national elections soon, Palestinian domestic conditions could be bleak.
U.S. and Israeli opposition to elections centered in the past on concerns about Arafat's re-election. But now, with Arafat gone, it is conceivable that those who opposed elections in the past may become even more determined to oppose them. The succession process has brought to transitional power two moderate and pragmatic old-guard members. Many in Israel and abroad may argue that since we now have viable negotiating partners in place, why rock the boat by conducting elections which could weaken the old guard and Fatah, replace moderates with militant nationalists, and bring Islamists into parliament? Those thinking along these lines would be making a big mistake.
In the next few months, the transitional leadership will confront major challenges. The most difficult and immediate is to maintain law and order, and to prevent the collapse of PA institutions, particularly in Gaza. It will also have to put together an internal cease-fire package, reorganize the security services, and show willingness to implement some of the Palestinian roadmap security commitments. Parallel to this, the new leadership needs to develop a Palestinian negotiating strategy that addresses Israel's disengagement plan and the Quartet roadmap, and to present the Palestinians as viable negotiating partners. The transitional leadership has no chance of dealing effectively with any of these challenges without putting in motion a credible election process.
But to be able to hold these elections, and -- importantly for the future of the peace process -- to affect their outcome positively, Israel, the U.S., and the rest of the international community need to extend a helping hand to the transitional leadership as it confronts potential rivals. With Arafat gone, two developments will be set in motion. The young guard nationalists will rush to displace the old guard, leading to further political fragmentation within the nationalist camp and perhaps to violent infighting. In Gaza, they will probably seek to physically eliminate those senior old-guard members who challenge them. Even among the young guard, those who view Mr. Abbas as unfaithful to Arafat's legacy will see his leadership as a threat to their interests and will seek to challenge his legitimacy. More serious will be the transformation of the Islamists -- from a long-term threat to the hegemony of the nationalists to a potential medium-term, or even short-term, threat. The Islamists will quickly pose a true strategic threat not only to the dominance of the nationalists but also to the future of the peace process. Both young guard nationalists and Islamists will seek to destabilize the post-Arafat political and security environment. Such a threat is sufficient to deter the old guard from taking any initiative leading to deeper political stagnation in Palestinian politics and in Palestinian-Israeli relations.
To remain in power, Mr. Abbas must immediately forge a coalition with the young guard by setting a date for elections, and by allowing immediate internal Fatah elections. He will also need Israeli help -- the release of Marwan Barghouti, which would allow the consolidation of the Palestinian nationalist camp, facilitate a cease-fire deal, and enable Fatah to deal with Hamas and other Islamists.
To be able to deal effectively with the Islamists, the combined nationalists will need to present the Palestinians with a credible peace and state-building program. Here, the Bush administration needs to affirm its commitment to a viable Palestinian state and a fairly detailed permanent status package. It needs to outline a more engaged policy, one that pays attention to Palestinian, and not only Israeli, concerns. Israel can make things much easier for Mr. Abbas and Mr. Qureia if it were to start immediate negotiations with them, instead of waiting for them to demonstrate a break with Arafat's legacy. In this case, Palestinian policy change would be quick to come.
When elections take place, and if they occur within the more positive context outlined above, Mahmoud Abbas would have a good chance of being elected president of the PA -- despite his current lack of popularity. The young guards are likely to form the government, perhaps with Mr. Barghouti leading a coalition with moderate independents. The Islamists are likely to seek an effective opposition role. In the post-Arafat era, the Palestinians may finally get the democracy and accountable governance they deserve.
Mr. Shikaki is director of the Palestinian Center for Policy and Survey Research in Ramallah."
in The Wall Street Journal - by KHALIL SHIKAKI
November 12, 2004; Page A12
"RAMALLAH, West Bank -- As Palestinians and others contemplate life after Yasser Arafat, focus is likely to be placed on short-term consequences. There is a good reason for this: The Palestinians have known no other leader for three decades. Fears of anarchy and infighting, a collapse of the Palestinian Authority (PA), and an escalation in Palestinian-Israeli violence are likely to color people's assessment of the day after. But there is reason to believe the succession process could be non-violent. Indeed, it is not the next few weeks that one should worry about, but rather what happens six months down the road. With help from Israel, the U.S. and the international community, and -- first and foremost -- with national elections, Palestinians can make the post Arafat-era one of viable peace-making and state-building.
Arafat's passing due to illness, rather than violence, facilitates matters for those who have to share power after him. The Palestine Liberation Organization's legitimacy, its norms and rules, as well as the PA's Basic Law, are all likely to determine Palestinian choices in the short run. This means the consolidation of the set-up that emerged in the aftermath of Arafat's illness, with Mahmoud Abbas, former prime minister and No. 2 in the PLO hierarchy, taking control of the PLO and Fatah institutions, and Ahmed Qureia, the current PM, gaining greater control over the PA's finances, bureaucracy and security services. Rauhi Fattouh, the speaker, became interim president of the PA yesterday in accordance with the Basic Law, but he is too weak to play any role other than a ceremonial one. In the short run, however, it is doubtful that the whole transitional leadership will be able to translate its formal authority into real power.
Indeed, little policy change is likely in the near future; for now, no one will dare alter Arafat's path. But things could change if and when those replacing him gain confidence in a few months. This would be particularly true if the Israelis do not make things more difficult by continuing their assassination policy and incursions.
A transition phase is now underway. Those in charge are the old guard of nationalists, but the future will be shaped more by the nationalist young guard, and by Islamists who will begin to assert themselves. This could happen peacefully, as the old guard will be much weaker without Arafat. But transition could turn violent if the old guard insists on retaining power for long and if no progress is seen in the peace process. The Islamists will become bolder -- taking advantage of Arafat's absence, and thinking that a nationalist split will provide a chance to become the mainstream among the Palestinians. Yet if the old guard manages to move the peace process forward and hold national elections, say within six months, it may have a very good chance of forging a coalition with the next generation of nationalists and to weaken the Islamists. But without national elections soon, Palestinian domestic conditions could be bleak.
U.S. and Israeli opposition to elections centered in the past on concerns about Arafat's re-election. But now, with Arafat gone, it is conceivable that those who opposed elections in the past may become even more determined to oppose them. The succession process has brought to transitional power two moderate and pragmatic old-guard members. Many in Israel and abroad may argue that since we now have viable negotiating partners in place, why rock the boat by conducting elections which could weaken the old guard and Fatah, replace moderates with militant nationalists, and bring Islamists into parliament? Those thinking along these lines would be making a big mistake.
In the next few months, the transitional leadership will confront major challenges. The most difficult and immediate is to maintain law and order, and to prevent the collapse of PA institutions, particularly in Gaza. It will also have to put together an internal cease-fire package, reorganize the security services, and show willingness to implement some of the Palestinian roadmap security commitments. Parallel to this, the new leadership needs to develop a Palestinian negotiating strategy that addresses Israel's disengagement plan and the Quartet roadmap, and to present the Palestinians as viable negotiating partners. The transitional leadership has no chance of dealing effectively with any of these challenges without putting in motion a credible election process.
But to be able to hold these elections, and -- importantly for the future of the peace process -- to affect their outcome positively, Israel, the U.S., and the rest of the international community need to extend a helping hand to the transitional leadership as it confronts potential rivals. With Arafat gone, two developments will be set in motion. The young guard nationalists will rush to displace the old guard, leading to further political fragmentation within the nationalist camp and perhaps to violent infighting. In Gaza, they will probably seek to physically eliminate those senior old-guard members who challenge them. Even among the young guard, those who view Mr. Abbas as unfaithful to Arafat's legacy will see his leadership as a threat to their interests and will seek to challenge his legitimacy. More serious will be the transformation of the Islamists -- from a long-term threat to the hegemony of the nationalists to a potential medium-term, or even short-term, threat. The Islamists will quickly pose a true strategic threat not only to the dominance of the nationalists but also to the future of the peace process. Both young guard nationalists and Islamists will seek to destabilize the post-Arafat political and security environment. Such a threat is sufficient to deter the old guard from taking any initiative leading to deeper political stagnation in Palestinian politics and in Palestinian-Israeli relations.
To remain in power, Mr. Abbas must immediately forge a coalition with the young guard by setting a date for elections, and by allowing immediate internal Fatah elections. He will also need Israeli help -- the release of Marwan Barghouti, which would allow the consolidation of the Palestinian nationalist camp, facilitate a cease-fire deal, and enable Fatah to deal with Hamas and other Islamists.
To be able to deal effectively with the Islamists, the combined nationalists will need to present the Palestinians with a credible peace and state-building program. Here, the Bush administration needs to affirm its commitment to a viable Palestinian state and a fairly detailed permanent status package. It needs to outline a more engaged policy, one that pays attention to Palestinian, and not only Israeli, concerns. Israel can make things much easier for Mr. Abbas and Mr. Qureia if it were to start immediate negotiations with them, instead of waiting for them to demonstrate a break with Arafat's legacy. In this case, Palestinian policy change would be quick to come.
When elections take place, and if they occur within the more positive context outlined above, Mahmoud Abbas would have a good chance of being elected president of the PA -- despite his current lack of popularity. The young guards are likely to form the government, perhaps with Mr. Barghouti leading a coalition with moderate independents. The Islamists are likely to seek an effective opposition role. In the post-Arafat era, the Palestinians may finally get the democracy and accountable governance they deserve.
Mr. Shikaki is director of the Palestinian Center for Policy and Survey Research in Ramallah."
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